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Santos faz acordo com o STJD e reduz punição na série B

Peixe foi punido com seis jogos de portão fechado, mas conseguiu reduzir para três partidas e outras três sem a presença da torcida...

Jogada 10

Jogada 10|Do R7

Foto: Divulgação/Santos
Foto: Divulgação/Santos Foto: Divulgação/Santos Jogada 10

O Santos realizou um acordo com o STJD e conseguiu diminuir a pena de seis para três jogos com portões fechados na Série B. O Peixe recebeu a punição após a confusão causada pelos torcedores santistas no Brasileirão do ano passado. Na ocasião, o embate causou o primeiro rebaixamento da história do clube. A informação foi divulgada pelo próprio presidente do Alvinegro Praiano, Marcelo Teixeira.

“Temos que aguardar ainda para falar oficialmente sobre o público nas primeira rodadas, mas, diante do que já foi conversado, restando apenas a homologação, nós reduzimos para três jogos com portões fechados. E três jogos são com portões abertos sem as torcidas organizadas”, explicou Marcelo Teixeira.

Além da redução, o Peixe se comprometeu a cumprir medidas educativas contra a violência até o dia 30 deste mês. Por fim, terá que pagar R$ 300 mil, referente à transação disciplinar homologada, e multa de R$ 100 mil em duas parcelas.

Assim, os jogos contra Paysandu (1ª rodada), Guarani (3ª rodada) e Brusque (6ª rodada) terão portões fechados. Já os duelos contra Botafogo-SP (8ª rodada), Goiás (11ª rodada) e Chapecoense (13ª rodada) estarão com o setor das torcidas organizadas fechado devido à determinação do STJD.

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Além disso, com a punição, o Santos deve adiar sua decisão de mandar os jogos na capital paulista. Isso porque sem público ou com público parcial, a diretoria não vê com bons olhos atuar na cidade de São Paulo, já que o objetivo destas partidas é conseguir um lucro maior.

Santos recebe punição após última rodada do Brasileirão

A punição aconteceu por conta da partida que ocorreu em 6 de dezembro na Vila Belmiro. O Santos perdeu por 2 a 1 para o Fortaleza e acabou rebaixado para a série B. O ápice dos tumultos ocorreu após o gol de Lucero aos 49 minutos do segundo tempo, quando sons de bombas ecoaram e houve tentativa de invasão de campo. Os jogadores do Fortaleza rapidamente se dirigiram aos vestiários, e o árbitro Leandro Pedro Vuaden encerrou a partida.

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Em contrapartida, os jogadores do Santos permaneceram em campo enquanto as arquibancadas da Vila Belmiro foram esvaziadas. O sentimento de indignação entre os torcedores foi expresso com gritos de “time sem vergonha”. Os jogadores precisaram se proteger do gás de pimenta da Polícia Militar para controlar conflitos do lado de fora do estádio.

Aliás, após cerca de dez minutos, o elenco do Santos deixou o gramado sob uma “chuva” de objetos atirados por alguns torcedores, incluindo cadeiras. Por fim, um grupo tentou forçar a entrada na Vila Belmiro, entrando em conflito com policiais nos portões 1 e 2.

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Além disso, os incidentes se estenderam aos arredores do estádio, onde torcedores queimaram veículos, incluindo o carro do atacante Mendoza. Apesar do automóvel pertencer a um jogador do elenco, não foi um ato contra o atleta, que estava entre os reservas na partida. Ônibus do transporte público municipal também foram alvos de vandalismo, com pelo menos dois veículos incendiados.

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