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Roberto Assaf: Brasil enfrenta o Uruguai

Sobre o Brasil contra a Colômbia, dá pra aproveitar a propaganda de uma bet: “vocês não estão mais entre os melhores do mundo”

Jogada 10

Jogada 10|Do R7


Durante pouco mais de 45 minutos o resultado foi do Brasil, até sofrer o empate, que deu vantagem à Colômbia, que passou a jogar apostando no desespero do rival, que esbarrava na marcação, dependendo de um lance fortuito para vencer. Que não apareceu. O 1 a 1 indicou Brasil x Uruguai  e Colômbia x Panamá para a próxima etapa.

A Colômbia entrou em campo acreditando que derrotar o adversário era mera formalidade. E o Brasil, como se dizia antigamente, tomou as rédeas da partida, empurrando a equipe cafeteira para trás, abrindo o placar aos 12 minutos, em bela cobrança de falta de Raphinha.

Mas eis que a Colômbia percebeu que precisava jogar de verdade, e os times iniciaram um duelo efetivamente brigado, muito distante de uma simples disputa pelo primeiro lugar do grupo. Havia no ar uma rivalidade que as transmissões da TV não conseguiram explicar. Na prática, a equipe dirigida pelo argentino Nestor Lorenzo criou mais oportunidades, e acabou igualando nos acréscimos, com o lateral Muñoz, em falha da defesa, que saía eventualmente jogando mal e atuava em linha, deixando espaços em excesso.

Brasil no segundo tempo

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No intervalo, Andreas Pereira substituiu Lucas Paquetá. Não havia Deyverson, mas Davinson… O confronto continuou. O Brasil, dependendo da vitória para evitar o Uruguai, e a Colômbia, que jogava pelo empate para garantir a liderança, tentando diminuir o ritmo, mantendo o adversário – afobado – à distância. À medida que o tempo foi se arrastando, e o 1 a 1 continuava no placar, a dificuldade para encontrar soluções também ficava maior, tanto que Dorival Júnior lançou Éderson e Savinho, para, quem sabe, ampliar o poder ofensivo, Deixava, no entanto, os volantes em campo.

Apesar de tudo, não havia como cravar um resultado. A Colômbia trocava passes, a torcida gritava olé, e de vez em quando, assim como não quer nada, ameaçava. Aos 38, Borré, o centroavante do Inter, desperdiçou chance excepcional. Aos 41, entraram Douglas Luiz e Endrick, missão difícil para ambos, pois já não havia tempo para qualquer arrumação tática. Nos acréscimos, Andreas Pereira quase faz. A favor. E o árbitro venezuelano – ruinzinho de doer – não deixou cobrar o escanteio.

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E o jogo acabou em 1 a 1. Como diz a propaganda da bet, “vocês não estão mais entre os melhores do mundo”.

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