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Polícia identifica novas ‘laranjas’ no caso VaideBet e Corinthians

Três empresas foram identificadas como de fachada e que estariam envolvidas na intermediação no acordo entre a casa de apostas e o...

Jogada 10

Jogada 10|Do R7


Foto: Jozzu/Agência Corinthians

O caso Corinthians e VaideBet ganhou um novo capítulo neste sábado (22). Isso porque a Polícia Civil de São Paulo identificou novas empresas, citadas como sendo de fachada, que tem relações com a Neoway. Esta, por sua vez, está no centro das investigações de uma possível fraude nos repasses do acordo entre a casa de apostas e o Timão.

A Carvalho Distribuidora, a ACJ Platform Comércios e Serviços e a Thabs Gestão e Serviços estão listadas em um relatório feito por investigadores como possíveis envolvidos. Uma mulher que reside em São Bernardo do Campo também estaria na lista de suspeitos. Assim, o delegado Tiago Fernando Correia, da Delegacia Investigações sobre Crimes de Lavagem, determinou a intimação de todas as pessoas que tiveram qualquer tipo de ligação com estas empresas para que se expliquem.

As três envolvidas, aliás, são identificadas como ”empresas frias”. Elas surgiram em 2023 têm capital social de R$ 100 mil ou mais e são administradas por um único sócio cada. Aliás, o cenário é muito semelhante ao da Neoway, empresa que está sendo apontada como intermediadora no caso da VaideBet.

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Novas laranjas no caso VaideBet e Corinthians

No caso da Neoway, os documentos apontam Edna Oliveira dos Santos como sócia da empresa. Contudo, a mulher mora em um bairro humilde de Peruíbe, no litoral paulista e teria sido usado como ”laranja”.

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A Thabs acabou sendo criada em janeiro de 2023, num bairro nobre de São Paulo, com capital de R$ 140 mil e tem como sócio um homem que reside em São Paulo. Contudo, este mesmo consta como beneficiário do Auxílio Emergencial entre 2020 e 2021 em Peruíbe, mesma cidade de Edna Oliveira dos Santos.

Já a Carvalho Distribuidora tem como um sócio, um homem de Itajaí-SC que recebeu o Auxílio Emergencial entre abril e dezembro de 2020. Contudo, nos documentos, a empresa teria um capital de R$100 mil.

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Por fim, a ACJ Platform Comércios e Serviços teria como sócia uma mulher que recebeu regularmente R$ 750 mensais do Bolsa Família entre março de 2023 e março de 2024, mas com uma empresa de R$150 mil de capital.

A polícia apura o suposto desvio de parte da comissão que a Rede Social Media Design recebeu pela intermediação do acordo. O caso fez com que a VaideBet rompesse o contrato com o Corinthians acusando danos contra sua imagem. A casa de apostas tinha acordo com o Timão até o fim de 2026 e previa o pagamento de R$ 370 milhões no total.

Nesta sexta-feira (21), o presidente Augusto Melo registrou Boletim de Ocorrência e pediu a abertura de um inquérito, alegando que pessoas de sua família foram vítimas de montagens nos prints.

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