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Peladinha, companheiro 122 e trabalho: Robinho completa um mês preso

Robinho cumpre pena pelo crime cometido na Itália, em 2013, quando era atleta do Milan e participou do estupro coletivo de uma mulher...

Jogada 10

Jogada 10|Do R7

Foto: Divulgação/Governo de São Paulo

O ex-jogador Robinho, completou, neste domingo (21), um mês de prisão. Ele está desde 21 de março na Penitenciária 2 do Tremembé, em São Paulo, presídio conhecido por receber prisioneiros famosos. Aliás, os primeiros 30 dias foram agitados.

Afinal, os primeiros 10 dias de Robinho em sua nova moradia foram isolados, para adaptação. No entanto, na sequência, ele foi transferido para dividir cela com outro detento. Assim, também pode receber visitas. Não foi divulgado, no entanto, quantos cadastros foram feitos para visitas ao ex-atleta.

O companheiro de cela de Robinho é um homem jovem enquadrado no crime do artigo 122, “induzir ou instigar alguém a suicidar-se”.

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Na penitenciária Robinho tem acesso a banho de sol e outras atividades, como oficinas de teatro, inglês, ações religiosas, ensaios musicais e sessões de filmes com comentários. As informações foram passadas pela Secretaria de Administração Penitenciária (SAP).

Aliás, entre as atividades, Robinho já deu suas pedaladas. Afinal, os outros presidiários ao saberem da presença do ex-atleta na unidade, conseguiram uma chuteira para o ex-atleta do Santos, Atlético, Real Madrid e Seleção Brasileira. Ele atuou bem e, segundo agentes penitenciários, ainda sofreu uma dura falta.

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Robinho quer trabalhar

Afinal, Robinho também deseja tocar sua nova vida dentro da prisão. Diante disso, o ex-atleta já se inscreveu em uma lista que organiza vagas de trabalho dentro da penitenciária. Para receber o emprego, é considerado a data de entrada na penitenciária, bem como a formação do detento.

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O serviço só existe após parceria entre a unidade prisional com empresas como Fundação Prof. Dr. Manoel Pedro Pimentel (FUNAP), que fabrica carteiras e cadeiras escolares, fechaduras e pastilhas desinfetantes, entre outros. O trabalho pode ser remunerado e o dinheiro creditado em uma conta pecúlio, na qual os parentes podem ter acesso a parte do valor e até solicitar que sejam comprados itens para o detento.

Robinho cumpre pena de nove anos de prisão após ser condenado por estupro coletivo. O crime ocorreu na Itália, em 2013.

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