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Justiça condena ex-técnico da China a prisão perpétua

Li Tie, de 46 anos, admite suborno para comandar a seleção nacional e faz pronunciamento na TV. Justiça declara pena máxima para o...

Jogada 10|

Foto: Giuseppe Cacace/AFP via Getty Images
Foto: Giuseppe Cacace/AFP via Getty Images Foto: Giuseppe Cacace/AFP via Getty Images (Jogada 10)

A Justiça da China condenou Li Tie, ex-jogador e ex-treinador da seleção chinesa, a prisão perpétua. Investigado em um escândalo de manipulação de resultados, afinal, ele confessou que pagou propina comandar a equipe nacional do país asiático.

“Sinto muito. Eu deveria ter mantido a cabeça no chão e seguido o caminho certo. Havia certas coisas que na época eram práticas comuns no futebol. Ao obter ‘sucesso’ por meios tão impróprios, na verdade, me deixou cada vez mais impaciente e ansioso por resultados rápidos. Para conseguir um bom desempenho, recorri a influenciar árbitros, subornar jogadores e treinadores adversários, às vezes através de clubes que lidam com outros clubes”, confessou Li Tie à CCTV, emissora de televisão estatal chinesa.

Como jogador, Li Tie fez sucesso na Premier League com a camisa do Everton entre 2002 e 2006. O chinês, porém, atuou ainda por um ano e meio no Sheffield United, também da Inglaterra. Em 2002, disputou a Copa do Mundo com a China e enfrentou o Brasil naquele Mundial.

Além de comandar a seleção da China, ele também treinou o Hebei FC e o Wuhan FC. Ao todo, comandou a seleção chinesa em 13 partidas, com seis vitórias, dois empates e cinco derrotas.

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