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Jogador do Monaco toma atitude homofóbica e pode ser punido na França

Atleta do Mônaco não respeitou campanha antipreconceito que a Liga do país promoveu na última rodada do campeonato

Jogada 10

Jogada 10|Do R7

FBL-FRA-LIGUE1-MONACO-NANTES Foto: Arte Jogada10/Divulgação/AS Monaco (NICOLAS TUCAT/AFP via Getty Images)

As ligas de futebol pelo mundo costumam promover campanhas de combate aos mais diversos tipos de preconceito. No entanto, o movimento de aderir as mesmas não é uma ação unânime entre os jogadores. O campeonato da França é um dos torneios com estes casos.

Na situação mais recente, o meio-campista Mohamed Camara, do Monaco, atuou na goleada sobre o Nantes, no último domingo (19), com a logo antihomofóbica em sua camisa coberta com fitas. Assim, o Comitê Disciplinar da Liga Francesa vai julgar a atitude e pode aplicar uma punição de dez jogos de suspensão, segundo informações do jornal “L’Equipe”.

Além disso, no mesmo duelo pela 34ª e última rodada do Campeonato Francês, Camara não posou para a foto conjunta entre as duas equipes ao lado do símbolo de combate a homofobia em um cartaz antes da partida. Ele permaneceu na lateral do campo, agachado e rejeitou participar da ação. De acordo com a imprensa local, o atleta malinês apontou motivos religiosos, já que é muçulmano.

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A ministra dos Esportes da França, Amélie Oudéa-Castera, defende uma sanção tanto a Mohamed como ao próprio Monaco.

“Um comportamento assim deve ser punido com as sanções mais firmes, contra o jogador e contra o clube, que permitiu. É inadmissível. Pude dizer o que penso sobre isso à Liga de Futebol Profissional (LFP)”, disparou a política.

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Por sinal, o meio-campista marcou, de pênalti, na goleada por 4 a 0 sobre o Nantes.

Campanha de luta contra o preconceito habitual na França

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A Ligue 1 promove tal ação já há alguns anos na rodada que antecede ou posterior ao dia 17 de maio. Data que marca o dia internacional da luta contra a homofobia. Dessa forma, na campanha desta temporada, árbitros, técnicos e jogadores de todos os clubes usaram na rodada o patch da liga com as cores LGBTQIA+ na manga. Além da presença de um emblema da campanha, no centro do peito, que continha um símbolo contra este tipo de preconceito no futebol.

Há histórico de situações anteriores semelhantes como a de Gana Gueye, que defendia o PSG em 2022. Na oportunidade, ele recusou a entrar em campo pela equipe. Em seguida, já no ano passado, o jornal “L’Equipe”, informou que Abdou Diallo, também do Paris Saint-Germain, Zakaria Aboukhlal, Moussa Diarra e Saïd Hamulic, do Toulouse, também optaram por não participar o dia na campanha do ano passado.

Não há um retrospecto de punições nestes casos. Contudo, no último, o próprio clube multou Mostafa.

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