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Itália, no sufoco, estreia na Copa do Mundo vencendo a Argentina

Gol do triunfo italiano saiu somente aos 42 minutos do segundo tempo

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Em compromisso que abriu o quinto dia de disputa da Copa do Mundo Feminina, Itália e Argentina se enfrentaram nesta segunda-feira (24), no Eden Park, em duelo do Grupo G. E, no clássico modelo de ‘transpiração sem inspiração’, o compromisso na Nova Zelândia teve o gol da vitória italiana por 1 a 0 saindo já aos 42 minutos da segunda etapa.

As duas equipes começaram a partida tendo como característica marcante subirem suas linhas de marcação e tentarem, povoando com duas a três jogadoras na portadora da bola, retomarem rapidamente a posse.

Mesmo com as italianas mantendo a posse de bola em maior parte do tempo e buscando o jogo pelos lados de campo (especialmente para explorar a bola aérea), havia dificuldade em traduzir essa superioridade em real volume ofensivo e finalizações que realmente ameaçassem a meta da goleira Vanina Correa.

Por sua vez, a Albiceleste não tinha receio em se compactar no plano defensivo diante da maior capacidade de retenção de posse da Itália, mas não se limitava a isso. Em muito através das saídas pelo lado esquerdo, com a habilidade de Estefania Banini, as argentinas tinham o mesmo problema do outro lado do campo onde, além de somente duas finalizações, nenhuma delas dando trabalho para a arqueira Francesca Durante.

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Diante desse contexto, a rede chegou a balançar duas vezes em boas finalizações de Ariana Caruso e Valentina Giacinti. Porém, nos dois casos, os tentos foram corretamente anulados pela arbitragem em razão de impedimento.

A volta das equipes para a etapa complementar mostrou panorama semelhante no que se refere ao contexto geral onde a posse italiana seguia superior, mas ainda tendo muitos problemas para superar o bem estabelecido sistema defensivo da Argentina.

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Como elemento diferencial, pesava contra as sul-americanas o fato de que, mesmo tendo criado a primeira chance mais perigosa na falta lateral onde Eliana Stábile quase encobriu Durante em bola com bastante efeito, a capacidade de transição para sair nos contra-ataques parecia notoriamente afetada pela questão física.

Na reta final da partida, o confronto ficou mais parelho no aspecto de aparecerem mais espaços do que o habitual para ambos os lados serem mais precisos na criação do que vinham sendo capazes de protagonizar. E, aos 42 minutos, a lateral-esquerda Lisa Boattin fez cruzamento preciso na altura da marca do pênalti onde Cristiana Girelli, tendo acabado de entrar, testou encobrindo Correa e decretou o triunfo das europeias na Copa do Mundo Feminina.

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