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Fluminense termina duelo com Bahia sem zagueiros e laterais de ofício

Tricolor teve dificuldades no segundo tempo, e Diniz focou nas improvisações para tentar suprir as ausências no elenco

Jogada 10

Jogada 10|Do R7

- Foto: Marcelo Gonçalves/Fluminense (Marcelo Goncalves)

O Fluminense ainda não conseguiu vencer nesta edição da do Campeonato Brasileiro. Afinal, o Tricolor perdeu para o Bahia por 2 a 1, na Fonte Nova, nesta terça-feira (17). O que mais chamou a atenção da torcida foi a formação utilizada por Fernando Diniz no segundo tempo do confronto, sem zagueiros e laterais de ofício.

Quando o jogo estava empatado, no início do segundo tempo, o treinador decidiu sacar Lima, destaque da vitória contra o Red Bull Bragantino, e colocar John Kennedy em campo. Nesse momento, o time atuou com o jovem ao lado de Cano na área, enquanto Ganso tentou auxiliar nas transições ofensivas. No entanto, a equipe baiana passou a ter controle do meio de campo e chegou a virada.

Série de improvisações

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Diante da adversidade, Diniz trocou Manoel e Diogo Barbosa por Douglas Costa e Alexsander e tentou fazer com que a equipe progredisse em direção ao ataque. Dessa forma, recuou André para atuar como zagueiro, algo que costuma fazer com frequência e deslocou Marquinhos, destaque do time nas últimas partidas como um lateral pela esquerda.

Aos 32, o treinador optou por tirar Samuel Xavier e Cano e promoveu as entradas de Kauã Elias e Isaac. A partir disso, deslocou Marquinhos para o lado direito, enquanto Isaac atuou pela esquerda. O camisa 19, por sua vez, atuou em sua função de origem ao lado de John Kennedy.

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Em campo a escalação ficou da seguinte maneira: Fábio; Marquinhos, Martinelli, André e Isaac; Ganso e Alexsander; Douglas Costa, Kauã Elias, John  Kennedy e Arias. Sem qualquer zagueiro ou lateral de ofício e seis atacantes, embora alguns estivessem atuando em outras posições.

Explicações e ausências sentidas

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Durante a coletiva de imprensa, Diniz explicou que não mexe para piorar o time e tentou suprir as ausências de determinados jogadores como Marcelo e Felipe Melo, que foram poupados. Além deles, o Fluminense não pode contar com Thiago Santos, Marlon, Lelê, Keno, Gabriel Pires e Renato Augusto. O treinador reiterou que as improvisações funcionaram na semifinal da Libertadores de 2023, contra o Internacional.

“A lógica é melhorar o time. Foi assim que melhoramos para ganhar do Internacional (no Beira-Rio, na semifinal da Libertadores de 2023) e ganhar. Obviamente que, se a gente tivesse os jogadores da posição que eu achasse que fosse ficar melhor, eu os usaria. Não mexo para piorar o time. Se aquilo lá foi bom, porque hoje é motivo de questionamento? O cara que tá criticando hoje, tem que criticar contra o Inter e não ganharia a Libertadores”, elucidou.

“Quem estava, tentou resolver o problema. Em outras ocasiões, os desfalques e a gente perdeu. É sempre bom poder contar com todo mundo e era o certo a se fazer nessa partida. A gente errou como um time, como um todo. Não houve nada específico porque o Felipe Melo e o Marcelo não vieram”, concluiu.

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