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Flamengo vence o Boca e é o campeão da Libertadores Sub-20

Com gols do nigeriano Shola e de Lorran, Rubro-Negro bate o atual campeão continental e mundial, por 2 a 1, e conquista título inédito...

Jogada 10|

Foto: Divulgação / Conmebol
Foto: Divulgação / Conmebol Foto: Divulgação / Conmebol (Jogada 10)

Lorran, o dono da bola, que costuma levá-la para casa, dessa vez fez 45 minutos perfeitos, suficientes para transformar o Flamengo no campeão da Copa Libertadores Sub-20. O triunfo veio ao vencer o Boca Juniors por 2 a 1, de virada, em Maldonado, no Uruguai. O Rubro-Negro ganhou todos os cinco jogos. Pois é. O Flamengo, com mais acertos que erros, nessa categoria, é o dono da América. Uma conquista inédita, da maior importância, por mais que os rivais tentem desqualificá-la. O São Paulo – que ganhou em 2016 – era até aqui o único brasileiro vencedor.

Veja aqui os jogos da Libertadores Sub-20

Flamengo vira no primeiro tempo

O primeiro tempo foi equilibrado, disputado palmo a palmo, com jogadas ofensivas de lado a lado, e daí pelo menos três gols, 2 a 1 para o Flamengo, que soube aproveitar melhor as oportunidades. Logo aos quatro minutos, Payal cruzou da esquerda e Ignacio Rodriguez deslocou Lucas Furtado na cabeçada: 1 a 0. Aos 23, Lorran, em jogada pessoal, foi à linha de fundo, pela direita, e rolou para Elijah Shola bater de primeira: 1 a 1. O Boca Juniors, a exemplo do adversário, continuou na briga, tentando explorar as brechas na defesa rubro-negra, mas o Flamengo, que também tentava surpreender, notadamente em jogadas individuais, abusou de uma delas, nos acréscimos. Lorran começou e concluiu, recebeu de Lucyan, e graças ao talento e à força física, e fez 2 a 1 na saída de Torlaschi.

Pôster na parede, Nação!

Sob o aspecto de competição, eventualmente violento, o cenário não teve mudança no começo da etapa derradeira. Mas o Flamengo, prioritariamente cauteloso, buscava contra-ataques para liquidar, e o time argentino, tentava pressionar. Aos 18 minutos, o Boca Juniors promoveu as primeiras substituições, visando ampliar o poder ofensivo, e não deixava a equipe carioca jogar. O clube da Gávea não providenciava modificações, mantendo os jogadores do começo, e aceitando o domínio completo do adversário, que ensaiava o empate.

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Aos 32, o Flamengo efetuou enfim três trocas, para recuperar o espaço, mas pareceu que o objetivo era de fato dar fôlego ao time, que continuou atrás, sofrendo autêntico bombardeio. O Boca Juniors lançou um punhado de atacantes. O Rubro-Negro não conseguia sequer segurar a bola na frente, nas raras vezes que respirava, e sugeria que preparo físico era inferior, embora o esforço para superar limites fosse notável. Os seis minutos de acréscimos representaram uma eternidade para a equipe carioca.

No minuto que restava, os argentinos desperdiçaram a última chance, e perderam a coroa que ostentavam desde o ano passado. É pôster na parede!

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