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Família de Castilho conhece Museu do Fluminense e se emociona com homenagens

Filho e netas do ídolo tricolor acompanharam de perto as homenagens ao jogador que mais atuou com a camisa do clube carioca

Jogada 10|

- Foto: Divulgação/Fluminense FC
- Foto: Divulgação/Fluminense FC - Foto: Divulgação/Fluminense FC (Jogada 10)

A família de Carlos Castilho conheceu, na última quarta-feira (13), o novo museu do Fluminense, em Laranjeiras. Filho e netas do ídolo tricolor, considerado por muitos o maior da história do clube, se encantaram com as homenagens ao familiar, que fez história e leva seu nome no Centro de Treinamento tricolor.

“É sempre motivo de grande emoção vir ao Fluminense. Conhecer o novo museu, no qual meu pai está presente, é muito especial. Ele defendeu essas cores por quase 20 anos e é muito bonito reviver essa relação tão forte que ele teve com o clube. Ver que até hoje ele é tão reverenciado pelos torcedores e pelo próprio clube é fantástico e motivo de orgulho. O museu está belíssimo e o Fluminense está de parabéns”, disse Carlos Castilho, filho e xará do goleiro.

História de amor ao Fluminense

Castilho é o atleta com maior número de partidas disputadas pelo clube, com 698 partidas. Além disso, conquistou três títulos cariocas, dois Torneios Rio-São Paulo e o título da Copa Rio de 1952.

Foi campeão das Copas do Mundo de 1958 e 1962, sendo o goleiro reserva em ambas. Dessa forma, foi um dos poucos jogadores brasileiros a ir para quatro Mundiais. Titular em 1954 e reserva de Barbosa em 1950 e de Gilmar em 1958 e 1962.

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Em 1957, o jogador teve uma lesão óssea no dedo mindinho e precisaria operá-lo. Todavia, desfalcaria a equipe em um grande número de jogos e optou por amputá-lo, por amor ao clube. Nesse sentido, diante de toda a sua trajetória, o ídolo histórico está eternizado em diversos espaços do museu recém-inaugurado.

“O museu está lindíssimo, com salas muito detalhadas. Fico muito feliz de poder ver o meu avô em cada cantinho no meio de toda essa história grandiosa. Infelizmente, eu não o conheci e não pude vê-lo jogar, mas poder ver aqui o quanto ele foi importante e é valorizado é muito legal”, disse Ana Carolina Castilho, após apreciar e registrar cada detalhe do museu.

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