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Endrick: ‘Quero ser ídolo de todas as crianças’

Atacante jogou no sacrifício neste domingo (7) e contribuiu para a conquista do primeiro tricampeonato do Verdão em 90 anos

Jogada 10

Jogada 10|Do R7

Foto: Raul Baretta/ Santos FC.
Foto: Raul Baretta/ Santos FC. Foto: Raul Baretta/ Santos FC. (Jogada 10)

A três meses de deixar o Palmeiras e se transferir para o Real Madrid, Endrick ergueu, neste domingo, seu último troféu pelo clube. A conquista do Campeonato Pàulista, com vitória por 2 a 0 sobre o Santos, desse modo, foi vivida pelo atleta de 17 anos de forma intensa. Ainda no campo, após o jogo, o atacante afirmou que quer ir além de fazer feliz os torcedores palmeirenses e madridistas.

“Sou da geração nova, passei por muita coisa. Tenho o sonho de virar ídolo de todas as crianças. Quero ser a pessoa que os incentiva, que eles olhem e pensem ‘se ele conseguiu eu posso’. Sei que não há como agradar a todos, mas ser o idolo de todas crianças eu posso e quero. E quem sabe um dia essas crianças de hoje estarão comigo em clube e na Seleção”, projetou.

Endrick garante foco no Palmeiras

Assim como normalmente faz a cada entrevista com a camisa Alviverde, o jogador voltou a falar de seu amor pelo clube e revelou que se emocionou pouco antes de entrar em campo para disputar a final.

“Aqui é o time que quando eu não tinha nada apostou em mim. Então eu tenho que fazer de tudo para retribuir. Tentar audar meus companheiros. É o clube do meu coração. Sempre esteve comigo. Essa vitória é para todos os palmeirenses, todo o staff e a minha família. Antes da gente subir para o jogo parecia a primeira vez. Primeira final, primeiro jogo. E jogo aqui desde os 11 anos. Na oração chorei. Aqui mudou a minha vida e a da minha familia. Sendo assim, não tenho palavras. Só tenho, afinal, a agradecer a Deus, que faz coisas maravilhosas na minha vida”, afirmou.

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Ademais, Endrick disse que segue focado no Palmeiras: “Quando eu estava na Seleção a ficha caiu um pouco. Rodrigo e Vini Jr pergntaram quando eu iria. Paquetá e Bruno Guimarães também. Mas a minha cabeça está toda aqui. Tenho mais três meses. A única certeza da vida é que a morte vem. Então vivo um diua de cada vez. Só penso no Palmeiras. Vou me tratar para jogar quinta-feira (11) na Libertadores e domingo (14) no Brasileiro.

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