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Dorival vê “muito mais coisas positivas do que negativas” após eliminação

Treinador admitiu problemas, admitiu que o Brasil está em um processo de reconstrução e falou que equipe não soube aproveitar jogador...

Jogada 10

Jogada 10|Do R7


Foto: Rafael Ribeiro/CBF

O técnico Dorival Júnior disse ter visto mais coisas positivas do que negativas na eliminação do Brasil para o Uruguai, nos pênaltis, que culminou no adeus da seleção na Copa América. O treinador analisou o desempenho brasileiro na partida e no torneio, que acabou invicta, mas com três empates e uma vitória.

“É natural que depois de uma partida como essa, tudo o que poderia ter sido levado em conta, apaga-se. Tenho de ter consciência clara. É natural que muitas coisas aconteceram na competição. Não fizemos jogos de um ótimo nível tecnicamente falando. Mas também não descarto nenhuma das partidas. Houve entrega, espirito de luta, a equipe nunca deixou de ir atras do resultado, foi uma equipe valente sempre, tivemos coisas muito mais positivas que negativas neste processo”, disse Dorival, que prosseguiu.

“A equipe adversária soube como marcar, abrimos, tivemos dois homens de finta pelos lados, tentamos com movimentações, infiltrações, troca de passes, em termo de criação não foi um grande dia. As duas zagas prevaleceram sobre os ataques”, completou.

Além disso, Dorival também admitiu que o Brasil não soube aproveitar a superioridade numérica no segundo tempo. O volante Nandéz acabou sendo expulso após entrada dura em Rodrygo.

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“Foi um jogo de muitos duelos e “trocação”, poucos momentos de lucidez técnica das duas equipes. A partir do momento que ficamos com um jogador a mais nos complicamos, não tivemos lucidez para ir pelos lados do campo. Não aconteceu como queríamos”, falou o treinador.

Dorival comenta o estágio atual do Brasil

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Por fim, o técnico comentou que a Seleção Brasileira está realmente em um processo de reformulação e enfrentou equipes com mais tempo de trabalho. Contudo, também admitiu que tinha uma expectativa maior para o torneio.

“Acho que tudo é um processo, você naturalmente passa por dificuldades no processo de montagem, é um fato. Saímos da Copa do Mundo para agora, com dois anos de trabalho aproximando-se de uma nova competição. A primeira oficial foi essa, realmente um pouco distante do que gostaríamos, um chaveamento pesado do nosso lado, equipes num momento tecnicamente, com volume de trabalho maior, oscilações aconteceriam na competição. Você sai invicto de uma competição, mas não satisfeito, poderíamos ter coisas melhores, pelo o que treinamos, a expectativa era um pouco acima”, finalizou.

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