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Diniz se emociona ao falar sobre passagem pelo Fluminense: ‘Um presente na minha vida’

Técnico afirma que está mexido com saída do Tricolor, exalta a conquista da Libertadores e as relações humanas com os jogadores

Jogada 10

Jogada 10|Do R7


- Foto: Lucas Merçon/Fluminense

De campeão da Libertadores à lanterna do Brasileirão, Fernando Diniz viu tudo mudar em seu trabalho  frente do Fluminense em apenas sete meses. Sendo assim, o treinador não resistiu à queda brusca de rendimento do Tricolor, que ocupa a última colocação da competição, e foi demitido. Emocionado, o profissional, em entrevista coletiva, disse que sua saída é um momento difícil e que o Tricolor é um presente em sua vida.


“Acho que a entrevista pode ser difícil, nunca aconteceu na minha carreira (Diniz se emociona). Estou muito mexido com a minha saída por tudo que representa o Fluminense e tudo que vivemos aqui. É uma entrevista para me despedir da torcida, já me despedi dos jogadores, dos funcionários e da diretoria. Quero me despedir da torcida e dos jornalistas. Com o carinho que sempre tive, um ou outro problema que foi resolvido. Estão sendo dias bem difíceis para digerir. Vai passar e vai ficar todo mundo bem”, disse Diniz.

Glória eternizada

O treinador voltou ao Tricolor em 2022 e no ano seguinte viveu um momento mágico na carreira. Nesse sentido, à beira do campo, conquistou os títulos do Campeonato Carioca e da Libertadores, inédito na história do clube carioca. No entanto, nesta temporada, a equipe não consegue se encontrar e ter um bom desempenho, apesar de ter erguido a taça da Recopa Sul-Americana.

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“O Fluminense foi um grande presente na minha vida. Essa minha volta em 2022, a gente conseguiu juntos uma coisa muito importante para o clube, torcida e para mim. Foi um casamento quase perfeito. Sempre tive conexão grande com o clube e torcida. Isso ninguém tira. Mesmo que tenha um movimento de baixa. Fica eternizado. Fica meu agradecimento”, salientou.

“A gente conseguiu chegar onde o Fluminense merecia. De maneira especial, o título da Libertadores, a maneira como foi conquistado, um time que precisava disso, com um orçamento limitado para brigar por um título. Foi um feito histórico. A Glória eterna, como tem a alcunha, mas a maneira como foi construída fica mais eternizada. Dessa forma, o Fluminense chegou onde eu gostaria e merecia”, completou.

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Agradecimento e relações humanas

Ao longo da entrevista, Diniz deixou a emoção tomar conta em alguns momentos, o que evidencia o quanto marcante foi sua segunda passagem. Dessa forma, o treinador agradeceu à diretoria, funcionários e jogadores, e ressaltou que todos participaram do trabalho, que resultou na conquista da Libertadores.

“Tanta gente para agradecer. Esse momento no Fluminense eu fiz um trabalho das coisas que mais acredito. Foi um trabalho de inúmeras mãos. Foi uma conquista da comunidade do Fluminense. Diretoria, funcionários, todos eles. O cara que arruma o campo, pessoas que recebem a gente no CT, staff permanente, meus companheiros da comissão, jogadores e torcedores. Assim, existia uma conexão poderosa para que coisas lindas pudessem se tornar realidade. Todos participaram ativamente, com uma fatia grande de participação. Todos participaram de maneira ativa para conquistar o que conquistou”, frisou.

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“É o trabalho que mais gosto de fazer. Desenvolvo o trabalho para os jogadores sintam prazer no futebol, retomar a essência de criança e o futebol dar chance de mudar social e economicamente e a estima de si. Para que consigam viver bem depois do futebol”, acrescentou.

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