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Diniz precisa encontrar uma solução para a Canodependência no Fluminense

Desde o ano passado, quando o argentino não joga ou passa em branco, Tricolor tem dificuldade de vazar os adversários

Jogada 10

Jogada 10|Do R7


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Neste sábado, 29/7, às 16h (de Brasília), o Fluminense volta a campo para enfrentar o Santos no Maracanã. Depois de perder por 2 a 0 para o Coritiba, fora de casa, o time de Fernando Diniz tenta reencontrar o caminho das vitórias em busca de um lugar no G4 e de paz para o duelo pela Libertadores no meio da semana que vem.

Para o duelo contra o Santos, Diniz terá a volta de Cano, que cumpriu suspensão contra o Coritiba. Foi a primeira vez que o artilheiro do ano no Brasil foi suspenso por acúmulo de cartão amarelos defendendo o Fluminense. E, sem o seu camisa 14 em campo, o Tricolor não conseguiu vazar a defesa adversária.

Ao longo da temporada, Lelê, John Kennedy e Alan tiveram oportunidades de jogar. Mas não conseguiram corresponder. Contra o Coritiba, Yoni González entrou no segundo tempo e também não empolgou – apesar do pouco tempo. A ausência de Cano é um problema grave para o poder de fogo do time de Fernando Diniz e as ambições do Fluminense. Tanto que o vice-artilheiro do time no ano é o zagueiro Nino, com 5 gols. E atrás do capitão estão três meias: Ganso, Arias e Lima, com 4. Aí sim, aparecerem Jhon Kennedy e Keno, com 3.

Poder de fogo do Fluminense depende de Cano

Se destrincharmos os gols de Cano no ano, dos 27 marcados até aqui, 16 foram no Campeonato Carioca, 6 na Libertadores, 4 no Brasileiro e 1 na Copa do Brasil. Mas os 27 gols estão distribuídos em apenas 15 jogos, em 22 oportunidades, Cano passou em branco – e em 10 delas, o Fluminense não marcou gols também.

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Outro número que preocupa é a “qualidade” desses gols. Afinal, menos da metade deles foram marcados contra times de Primeira Divisão: 15 (5 no Carioca, os 6 da Libertadores e os 4 do Brasileirão).

O poder de fogo do Fluminense está diretamente ligado à fase de seu artilheiro. Quando Cano viveu seu maior jejum de gols, o Fluminense amargou sua pior sequencia de resultados no ano. Um time que não tem como característica chutes de média e longa distância, e que tem no toque curto a sua dinâmica de jogo, depender de um jogador apenas para marcar gols é preocupante. Faltam recursos para o ataque Tricolor. Ainda mais quando se pensa em títulos.

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A forma de jogar já apresentou mudanças. Afinal, Diniz já cedeu à ligação direta e a não obrigatoriedade do tik-taka em toda movimentação ofensiva, mas o toque final continua dependendo de Cano. E para o azar do Fluminense, em 2023, o camisa 14 tem se mostrado menos efetivo nos grandes jogos.

Hora da verdade

No último teste antes do jogo de ida das oitavas-de-final da Libertadores contra o Argentinos Juniors, dia 1 de agosto, Diniz precisa encontrar soluções para os gols. Afinal, o Fluminense precisa ser efetivo sem depender apenas de Cano para vazar defesas adversárias. Porque, mesmo sendo o artilheiro do Brasil em 2023, o poder de fogo do artilheiro argentino está em xeque com a má fase do time e isso pode custar caro na reta final da competição mais importante do ano para o Tricolor.

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