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Diniz diz que mudanças no intervalo surtiram efeito para o Fluminense: ‘Aceleramos o jogo’

Tricolor diz que Alianza travou bem o Tricolor e que precisou corrigir rota. Fernando Diniz lamenta gol sofrido em bola aérea: 'Treinamos...

Jogada 10

Jogada 10|Do R7

Foto: Lucas Merçon/Fluminense

O técnico Fernando Diniz celebrou a vitória do Fluminense sobre o Alianza Lima (PER) pela Libertadores. Após o triunfo no Maracanã, o comandante tricolor explicou que a estratégia após a derrota parcial no primeiro tempo foi de colocar mais velocidade. Dessa forma, a equipe conseguiu o resultado.


“Deu para identificar um padrão deles de marcação e como a gente podia explorar. Uma das coisas era acelerar o jogo. A gente colocou o Marquinhos bem aberto e o Keno do outro lado. E Arias e Ganso para dentro, perto do John Kennedy e Cano. Mas o fator decisivo foi a velocidade da troca de passes. A gente estava muito lento no primeiro tempo. Nem sei se muito lento, mas é que eles marcaram muito bem. A gente tinha que acelerar. Estávamos numa velocidade menor do que precisava para furar”, disse Diniz.

O Fluminense voltou a sofrer com a bola aéreo, tormento da equipe em 2024. Diniz afirmou que trabalhou exaustivamente situações deste tipo no último treino antes da partida, mas que não foi possível parar a equipe peruana.

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“A gente treinou muito bola parada ontem. O time deles tem 5 jogadores com mais de 1,80m. A gente sabia que era uma possibilidade fez de tudo para evitar escanteio e bolas próximas da área. E acabamos tomando gol numa jogada mapeada”, declarou Diniz.

Elogios a JK

Fernando Diniz também falou sobre o atacante John Kennedy, que marcou o gol da vitória. O camisa 9 vem de recuperação após problemas de indisciplina, mas novamente ganhou voto de confiança do treinador e do grupo.

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“O John Kennedy é um trabalho sem trégua, e sem fim, para que ele consiga amadurecer a ponto de dar conta do imenso talento que ele tem. Não é fácil ser jogador de futebol sempre falando isso. Principalmente pessoas como o John Kennedy, que têm a história de vida que esses caras têm. E a gente está aqui para ajudar, obviamente, porque a gente tem limitação. A vontade de ajudar pode até ser ilimitada, mas, assim, a nossa capacidade não chega ao infinito”, disse o treinador, que completou:

“Mas é muita vontade de ajudar o John. E eu acho também que ele está entendendo que ele pode. Por meio do futebol, mudar a condição social dele, não só enquanto ele está jogando, mudar uma condição social para a vida dele, para os filhos dele. E é isso que eu espero do John Kennedy, do trabalho que a gente faz junto aqui no Fluminense. Isso acontecendo vai ser um prêmio gigantesco para a minha vida.”

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