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Conselho de Orientação recomenda impeachment de Augusto Melo

Grupo se baseia em suposta gestão temerária e envia pedido ao Conselho Deliberativo do Clube, sugerindo a saída do mandatário

Jogada 10|Do R7

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Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians

O Conselho de Orientação do Corinthians aprovou, por unanimidade, uma recomendação para o impeachment do presidente Augusto Melo. O grupo se baseia em suposta gestão temerária e, por isso, pede a saída do mandatário. Os conselheiros também não têm relação com o processo em andamento relacionado ao contrato com a ex-patrocinadora VaideBet.

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O grupo também é diferente do Conselho Deliberativo do Corinthians, que vai decidir pelo impeachment de Augusto Melo. Caso o presidente receba a maioria dos votos por sua saída, ele será afastado temporariamente do cargo. Assim, haverá outra votação, onde os sócios do clube vão decidir o futuro do mandatário.

O CORI apontou nesta segunda que não foram apresentados balanços auditados e outros documentos que deveriam ser entregues pela diretoria ao órgão. Em reuniões anteriores os membros já haviam apresentado tais questionamentos à diretoria. O grupo é formado por ex-presidentes do clube e outros membros vitalícios, além de conselheiros eleitos a cada três anos. Augusto Melo fez maioria no órgão, em eleição realizada no começo deste ano, mas perdeu capital politico rapidamente, em menos de um ano de mandato.

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Para a recomendação do CORI ser aceita, o presidente do Conselho Deliberativo do clube, Romeu Tuma Jr precisa acatar o pedido e repasse para a Comissão de Ética do Corinthians.

Reunião do Conselho decide futuro de Augusto Melo

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O Conselho Deliberativo do clube do Parque São Jorge se reunirá na próxima quinta-feira para votação no tocante ao impeachment de Augusto Melo. O processo vigente apura possíveis irregularidades na parceira entre a casa de apostas “Vai de Bet”, patrocinadora máster do clube entre janeiro e junho, e o atual mandatário alvinegro, que se vê como vítima de um “golpe” em razão da falta de indícios para sua destituição do cargo.

Para o mandatário, no entanto, tal ação não passa de um ”golpe”, uma vez que não há embasamento por parte dos opositores para que ele acabe destituído do cargo.

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”Se eu devesse algo, já teriam pego. E eu seria o primeiro a entregar o cargo. Se alguém tivesse feito algo errada, eu teria demitido. Enfim, o Corinthians é isso: política o tempo todo. Pode ter certeza de que não vai ter esse golpe, não existe isso. Estamos a cada dia reestruturando o Corinthians, e vocês estão vendo. Levou tempo? Sim, não é fácil! Pegamos uma estrutura de 17 anos e estamos remodelando. Tivemos erros no começo? Sim. Se eu errar, farei com a minha caneta. Não posso mais ficar errando pelos outros, ter faca no pescoço para fazer isso ou aquilo. Quem ganhou a eleição fomos nós e, por isso, administraremos o Corinthians”, disse Augusto Melo.

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