Jogada 10 Conmebol arquiva caso das brigas no Rio e inocenta Fluminense

Conmebol arquiva caso das brigas no Rio e inocenta Fluminense

Entidade divulga comunicado em que afirma não ter como culpar o clube das Laranjeiras pelos confrontos ocorridos na cidade

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Foto: Reprodução Redes Sociais

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A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) anunciou o arquivamento do caso envolvendo as brigas entre torcedores do Fluminense e do Boca Juniors durante a final da Conmebol Libertadores de 2023. Em um comunicado oficial, a entidade esclareceu que a responsabilidade pelas ocorrências não poderia ser apenas do clube carioca. A operação do evento era de incumbência tanto da Conmebol quanto das forças de segurança da cidade-sede.

O incidente foi inicialmente levado à atenção da Conmebol em novembro, poucos dias após a conclusão da final no Maracanã. A denúncia incluía vídeos, fotos e reportagens da imprensa argentina. Havia detalhes dos confrontos entre torcedores e de irregularidades no tratamento dispensado pela polícia brasileira.

Confira o comunicado da entidade

“- A responsabilidade pela organização e segurança da final recaía sobre a Conmebol, portanto, não corresponde atribuir ao Fluminense Footbal Club a responsabilidade pelos incidentes ocorridos que tenham a ver com a organização e segurança do evento em geral.

– Os cinco casos denunciados que foram objetos do presente expediente disciplinar não devem ser imputados ao Fluminense Football Clube, atendendo o que ficou explícito nos autos, que as agressões cometidas contra os torcedores do Club Atlético Boca Juniors ocorreram fora dos âmbitos tutelados pelo Código Disciplinar da Conmebol, quer dizer, fora do âmbito de controle da organização da partida e, por consequência, do Fluminense Football Club.

– A responsabilidade sobre a segurança dos torcedores que se encontram fora dos anéis de segurança é claramente das forças de ordem pública, que detêm o poder de coerção e coação para evitar que ocorram incidentes como os relatados na denúncia.”

O Boca Juniors acusou o Fluminense de nove infrações ao Código Disciplinar da Conmebol. A principal alegação foi de conduta violenta contra torcedores adversários. As possíveis penalidades, ademais, variavam desde advertências, repreensões e multas até a retirada de títulos.

Após os tumultos na praia de Copacabana em 2 de novembro, a diretoria do Fluminense emitiu um comunicado. Nele, sobretudo, exortava as torcidas organizadas a evitarem novos confrontos. O clube, por fim, realizou reuniões com líderes de torcidas, buscando encerrar os conflitos.

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