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Conheça a história de Catê, jogador que vestiu as cores de Flamengo e Palestino

Campeão do Mundo pelo São Paulo, Catê foi o único jogador que jogou por Flamengo e Palestino, que se enfrentam na terça-feira

Jogada 10

Jogada 10|Do R7

Foto: Reprodução

Palestino e Flamengo se enfrentam na terça-feira (4), pela quarta rodada da Libertadores. A partida será em Coquimbo, cidade que fica a cerca de 460 km da capital Santiago. Já no clima desse confronto, muito importante para o time brasileiro na competição, o Jogada10 encontrou um jogador que vestiu a camisa das duas equipes. Trata-se de Marco Antônio Lemos Tozzi, o Catê.

Revelado pelo Guarany, do Rio Grande do Sul, Catê chamou a atenção logo cedo com a sua habilidade com a bola no pé. Aliás, o apelido era por conta da categoria de Marco Antônio em campo. Ele recebeu essa alcunha ainda nas divisões de base. Aliás, antes de chegar no profissional, acumulou passagens pelas seleções inferiores.

Campeão Mundial em 1992 pelo São Paulo, Catê morreu em dezembro de 2011, após um acidente de carro.

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Catê pelo Flamengo

A passagem de Catê pelo Flamengo, por empréstimo, foi curta. Ele disputou oito partidas com a camisa rubro-negra e, nesse período, teve quatro vitórias, dois empates e duas derrotas. Durante o torneio da Taça Guanabara, ele jogou os clássicos com Fluminense e Botafogo. Contra o alvinegro, aliás, também esteve presente em um confronto do Torneio Rio-São Paulo.

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Após deixar o Flamengo, Catê passou por New England Revolution, dos Estados Unidos, e Maracaibo, da Venezuela, além de outras equipes de menor expressão no Brasil.

Já em 2005 ele foi contratado pelo Palestino, sendo chamado como “Caté”. Na época, chegou ao clube chileno após polêmicas em outras equipes por sua “vida noturna”. Assim, o mesmo se comprometeu que não repetiria episódios anteriores. No total, ele disputou oito partidas com a camisa do Palestino. Nessas, em quatro começou na equipe titular.

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Torcedor do Palestino relembra passagem do brasileiro

Segundo o chileno Jorge Troncoso Riadi, torcedor do Palestino, Catê não conseguiu entregar o que a mídia esperava.

“Caté se destacava pelo lado direito, com uma notável capacidade de fazer cruzamentos precisos. No entanto, sua passagem pelo Palestino foi breve e muito relevante em termos de participação no campo da justiça. Foram apenas 10 partidas, a maioria delas no banco de reservas. Apesar de sua qualidade, Caté não alcançou o impacto esperado pela mídia chilena durante sua breve estadia no Palestino”, disse o professor de inglês, de 41 anos, ao J10.

Aliás, na temporada seguinte, o Palestino optou por não continuar com Catê. Segundo Gaber Zerené, presidente do Palestino em 2006, o brasileiro não permaneceu no clube por questões financeiras.

“Ele vai sair. Era um dos que nos sairiam mais caro. Queremos que a planilha (salários) não supere os 18 a 20 milhões de pesos”, disse o presidente, na época.

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