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Com 8,3% de aproveitamento, Álvaro Pacheco é, enfim, demitido do Vasco

Cruz-Maltino comunica saída do português e também do executivo de futebol Pedro Martins. Rafael Paiva comandará time no sábado

Jogada 10

Jogada 10|Do R7


Foto: Leandro Amorim/Vasco Leandro Amorim

Álvaro Pacheco não é mais técnico do Vasco. Após a derrota por 2 a 0 para o Juventude, na última quarta-feira (19), o clima ficou insustentável para o treinador português, que atingiu três resultados negativos em apenas quatro jogos. O executivo Pedro Martins também não resistiu ao mau momento do clube. Dessa forma, Rafael Paiva será o comandante contra o São Paulo, no sábado (22), pela 11ª rodada.

Pacheco foi informado nesta quinta-feira (20) após reunião presencial com o presidente Pedrinho, depois da chegada da delegação ao Rio de Janeiro. O retorno à capital carioca, aliás, atrasou devido a um tiroteio no Aeroporto Hugo Cantergiani, em Caxias do Sul, e teve a logística modificada. Anteriormente, a equipe voltaria ainda na madrugada de quarta, mas, fechado após uma tentativa de assalto, o aeroporto só reabriu ao meio-dia desta quinta.

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O presidente Pedrinho encarregou-se de dar a notícia ao português, visando evitar a falha de comunicação que aconteceu quando da saída de Ramón Díaz, em abril. À época, a 777 Partners ainda estava à frente da SAF do Vasco, com o CEO Lúcio Barbosa a cargo das decisões. Ele, porém, não estava em São Januário na derrota por 4 a 0 sobre o Criciúma, em que culminou com a saída do argentino. Ainda existe uma guerra de versões, com os Díaz afirmando terem sido demitidos “via Twitter”, enquanto o Vasco defende que os argentinos pediram o boné na saída do campo.

Com a liminar concedida pela Justiça do RJ, que suspendeu o contrato com o fundo norte-americano, agora a caneta está na mão do diretor executivo Pedro Martins, já que os cargos de CEO e CFO (acima na hierarquia da SAF) estão vagos.

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Chegada animadora, passagem desastrosa

Quando chegou ao Vasco, o português Álvaro Pacheco simplesmente não conseguia esconder a animação por seu primeiro trabalho longe de Portugal.

“Estou muito feliz, é um grande clube brasileiro. Venho com uma vontade muito grande de ajudar o Vasco. Sei quem criou, sei a história. É um clube que foi crescendo e conquistando títulos muito importantes”, disse em seu desembarque no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, em 19 de maio.

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Mas o que parecia o início de uma parceria duradoura começou como pesadelo. Na estreia de Álvaro, mesmo tendo duas semanas para trabalhar, o Vasco perdeu por 6 a 1 para o Flamengo, um dos maiores vexames da história do clube – a maior goleada aplicada pelo Rubro-Negro no Clássico dos Milhões.

Depois, mais 11 dias de trabalhos. Dessa vez para enfrentar o Palmeiras, no Allianz Parque. A difícil missão se confirmou com a bola rolando, com o Cruz-Maltino chutando apenas duas bolas a gol e sofrendo 28 finalizações – somando 58 em apenas dois jogos. Eram oito gols sofridos no curto período.

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Na terceira partida, contra o Cruzeiro, constatou-se uma espécie de evolução, com o time criando algumas chances, ainda que sem tanta inspiração. Defensivamente, a mudança para a formação com quatro defensores (vinha usando três zagueiros) parecia surtir efeito, com o time pouco sofrendo sustos. Na ocasião, o Vasco teve seu primeiro jogo com a baliza inviolada no Brasileirão.

Três dias depois, porém, a péssima atuação e consequente derrota para o Juventude foram a gota d’água para a diretoria de Pedrinho. O aproveitamento do português ficou, então, em 8,3% – venceu apenas um de 12 pontos possíveis.

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