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Casares rebate falas de Leila Pereira: ‘Não somos dirigentes do passado’

Presidente do São Paulo relembra atitudes homofóbicas do Palmeiras na final do Paulista de 2022 e cita atitudes de Abel à beira do...

Jogada 10|

Foto: Reprodução Redes Sociais
Foto: Reprodução Redes Sociais Foto: Reprodução Redes Sociais (Jogada 10)

A ”briga” entre São Paulo e Palmeiras, após o polêmico Choque-Rei no último domingo (03), pelo Paulistão, segue dando o que falar. Nesta terça-feira (05), a mandatária do Verdão, Leila Pereira, repudiou a fala de Carlos Belmonte após o clássico e disse aguardar um pedido de desculpas do rival. Contudo, o presidente do Tricolor, Júlio Casares, emitiu uma nota ao portal ”ge”, relembrando momentos que também os anfitriões do clássico foram atacados pelo Alviverde e repudiando, sem citar nome, algumas atitudes de Abel Ferreira.

“Lamento que em 2022 a presidente Leila não pensou de forma inclusiva e em promover a paz nos estádios. Na ocasião, após o término da final do Paulistão, não houve qualquer comoção ou pedido de desculpas da instituição sobre ato homofóbico em relação ao São Paulo Futebol Clube”, diz um pedaço da nota.

“Dirigentes, técnicos, jogadores e demais pessoas envolvidas no futebol não devem agir com violência. Repudio quem maltrata jornalista retirando seu instrumento de trabalho das mãos, quem chuta microfone, quem peita jogador do time adversário mesmo não sendo atleta. Enfim, temos todos juntos de trabalhar para combater esse tipo de situação, tanto dentro como fora de campo”, completa.

Casares vê Leila agindo como ‘dirigente do passado’

Por fim, o mandatário ainda saiu em defesa de Carlos Belmonte, sobre sua fala xenofóbica em direção a Abel Ferreira. Além disso, repudiou as atitudes de Leila e falou que os dirigentes não podem viver como se estivesse no passado.

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“Carlos Belmonte não é xenófobo. Conversei com ele sobre o assunto. Ele me explicou que, de cabeça quente após os erros de arbitragem na partida, usou a nacionalidade do treinador como forma de identificação, e não qualificação. E ele destacou que, naquele momento, o próprio treinador não estava no local.

“Respeito ao adversário também deve ser dado com boas instalações em seu estádio próprio, condições para jornalistas trabalharem e segurança. Sempre recebemos bem a Leila, como ela mesma diz, no MorumBIS. Mas não podemos dizer o mesmo do São Paulo no Allianz. Já tivemos diversos incidentes com nossos profissionais por lá. Não podemos viver como dirigentes do passado, mas não podemos deixar de ter o amor por nosso time do coração”.

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