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Betinho Marques – Militismo não tem como valor a terceirização da culpa

Milito no Galo é frescor de cultura nova que veio para mudar 'aquela levantada de bola vazia' para dizer mais do mesmo

Jogada 10

Jogada 10|Do R7


Foto: Pedro Souza / Atlético

 

O que encanta a Massa do Galo em Gabriel Milito está além dos resultados, é a postura incomum de ter a “solucionática” de Dadá Maravilha para o fogo ardente de “problemáticas” do Alvinegro. Numa cultura de transferência de responsabilidades, sempre a culpa é de todos, menos de quem executa suas tarefas. Não é o caso do comandante do Galo. Em coletiva na terça-feira (11), após a vitória de virada por 2 a 1 contra o bom Bragantino, no Nabi Abi Chedid, Milito foi questionado na clássica e clichê: e o calendário?
A vontade de responder algo banal nem passou na mente de Milito. O treinador vai desarmado para a coletiva, olho no olho, “faço isso porque posso e não faço isso porque não devo”. Mas não para por aí. Não fica raso.
Sobre não usar todos os jogadores disponíveis ou convocar mais atletas para as partidas foi contundente: não levo números, levo quem tem condições. Eu fui atleta, sou parceiro deles, não posso fazer jogar quem não está pronto e não posso convocar quem não pode atuar. Isso seria prejudicar e não o farei.

O calendário brasileiro de jogos

Não posso falar sobre isso. Assumi a vinda e conhecia as dificuldades, não posso dizer que não sabia, não posso justificar nada por calendário, já sabia de tudo. Em relação à arbitragem, Gabriel segue a mesma linha ética de falar de futebol, mesmo “brigando” durante os jogos diante dos erros que considera atingir o Atlético. Agora, dando ênfase ao time, se compromete:
Vamos competir, isso vamos fazer. Teremos dificuldades, há coisas que acontecem (convocações e lesões), mas vamos disputar e competir. Teremos que estudar cada adversário e cada situação, mas seremos competidores e isso vamos fazer: brigar todo jogo e competir com paixão.
Milito é frescor de cultura nova que veio para mudar “aquela levantada de bola vazia” para dizer mais do mesmo, ele dispensa essas “ajudas”. Enfim, é no olho no olho, com profundidade e um toque de gentileza ao expor suas ideias, dando a outra face, que responde o torcedor.

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Na dúvida, mande a bola quadrada para o Milito, ele ajeita o “trem”. Ainda não se sabe sobre sua capacidade milagreira, tudo passará por sobreviver a junho. Mas o “Militismo” não tem como valor a terceirização da culpa.

Galo, som, sol e sal é fundamental!

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