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‘As pessoas estão imediatistas e já não têm paciência para nada’, desabafa David Luiz

Zagueiro do Flamengo falou sobre a cobrança por jogar constantemente em alto nível, com um grande grau de performance

Jogada 10

Jogada 10|Do R7

Foto: Divulgação/Millionarios

David Luiz, um dos líderes do elenco do Flamengo, fez um desabafo importante nesta quarta-feira (29). O zagueiro, que foi um dos destaques na vitória contra o Millonarios, no Maracanã, abordou a pressão que os jogadores recebem no futebol. Segundo ele, há uma ansiedade muito grande por parte dos torcedores, em âmbito mundial.

“Acho que é mais um problema mundial, estamos vivendo num momento onde as pessoas estão ansiosas, depressivas. As pessoas estão imediatistas e já não têm paciência para nada. Onde infelizmente a tristeza está imperando mais que a alegria. E dentro do esporte as pessoas estão deixando que o mas, o M-A-S, exista muitas vezes. ‘Esse é time muito bom, mas…’ ‘Esse jogador é mundo bom, mas…’ ‘Minha vida está boa, mas…’. ‘Meu trabalho é bom, mas…’ Esse mas faz com que as pessoas deixem de enxergar o que elas podem desfrutar”, disse à “FlaTV”.

“Para mim, vai muito mais além nessa parte de vida mesmo e de você estar vivendo todos os dias e estar agradecendo a Deus. A gente teve um exemplo do Rio Grande do Sul, onde de um dia para o outro você pode não ter mais nada. E as pessoas que têm tudo estão deixando o que “mas” cegue-as daquilo tudo que elas têm. E dentro do futebol é a mesma coisa. Nós, como jogadores de um grande clube, devemos entender dessa forma e enxergar de maneira natural. E saber que vamos dar o nosso melhor sempre dentro de campo”, completou.

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Vestir a camisa do Flamengo: desafio e presente

Ao citar o Flamengo, David reforçou o seu discurso sobre o alto nível que é sempre cobrado. Assim, ele falou sobre o equilíbrio, entre o desafio e o presente de vestir as cores do time carioca.

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“Minha vontade era que a gente performasse da melhor maneira sempre, com futebol de cinco, seis, sete a zero, com todo mundo feliz, mas não é a realidade. Temos que ter jogo de cintura e maturidade para aceitar ser cobrado e crescer. Na hora de falar tem que falar, na hora de ficar quieto tem que ficar quieto. São os momentos de crescimento, mas nunca deixando de botar a cara e de encarar aquilo que nos foi dado que, é um grande desafio e que também é um grande presente: representar o Flamengo”, disse.

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