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Ary Borges não segura choro e define eliminação do Brasil: ‘Decepção e vergonha’

Destaque na estreia, meia chora ao falar sobre Marta e afirma que time queria título do Mundial para 'devolver a quem nos deu tanta...

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A meio-campista Ary Borges não segurou as lágrimas na saída do Estádio Retangular de Melbourne após a eliminação do Brasil na Copa do Mundo feminina. Principal nome na estreia diante do Panamá, ela afirmou que a queda na fase de grupos após empate sem gols com a Jamaica, potencializa sentimentos negativos.

“É muito frustrante mesmo. É a minha primeira vez aqui mas eu tinha o sentimento de que poderia ter sido diferente. O sentimento é de decepção e um pouco de vergonha também, porque sair assim não era o que esperávamos” disse.

Ary Borges fez parte do rol das estreantes em Mundiais convocadas pela técnica Pia Sundhage – ao todo, foram 11 nomes. A jogadora de 23 anos atraiu os holofotes com três gols e uma assistência na goleada por 4 a 0 sobre o Panamá, no primeiro desafio das brasileiras. Mas, a exemplo do time Canarinho, não resistiu às francesas no jogo seguinte e não conseguiu superar o ferrolho da Jamaica nesta quinta.

“Estou tentando me agarrar em pensar que quero estar aqui de novo e que preciso fazer as coisas duas, três vezes melhor do que eu fiz para daqui a quatro anos tentar fazer uma coisa diferente”, destacou, projetando a próxima edição do Mundial.

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Ary Borges e a despedida de Marta

Ary Borges não conteve a emoção ao comentar sobre a camisa 10, a craque Marta, que fez sua despedida em Copas do Mundo.

“Por ser a última Copa dela, sempre foi uma motivação, poder viver esse momento com ela, uma pessoa tão importante”, citou, buscando evitar o choro.

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“Bate um sentimento de muita frustração, porque você espera fazer algo para uma pessoa que é muito especial para a gente, devolver a quem nos deu tanta coisa”, acrescentou.

A Seleção feminina não sofria uma eliminação em uma fase de grupos de Copa do Mundo desde 1995. Na atual edição, as brasileiras encerram em terceiro lugar do Grupo F, com quatro pontos. A líder da chave foi a França, seguida pela Jamaica.

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