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Após gol da Glória Eterna, John Kennedy volta a marcar em Libertadores pelo Fluminense

Atacante não balançava as redes na competição desde o jogo do título, contra o Boca Juniors; relembre epopeia do jogador

Jogada 10

Jogada 10|Do R7

Último gol de John Kennedy na competição havia sido justamente o do título do Fluminense Foto: MARCELO GONÇALVES / FLUMINENSE FC

A relação do Fluminense com a Libertadores torna-se cada vez mais estreita. Em mais uma grande noite de Liberta no Maracanã, na última quarta (29), os mais de 38 mil torcedores presenciaram a redenção de John Kennedy.

Responsável por dar a mais eterna das glórias ao Tricolor, o atacante voltou a marcar em jogos de Libertadores. Seu último gol pela competição? Exatamente o do título do Flu, conquistado em tarde épica no próprio Maracanã, em novembro de 2023, em vitória por 2 a 1 sobre o Boca Juniors na prorrogação.

Epopeia de John Kennedy

Nesta quarta, Kennedy voltou a dar números finais em uma partida que se encontrava empatada. Aos 35′ da etapa final, o camisa 9, que foi titular pela primeira vez desde março, fez o gol que garantiu a vitória por 3 a 2 sobre o Alianza Lima, voltando às redes de Libertadores após o eterno 4 de novembro de 2023.

Mas o ano não está sendo só flores para a joia tricolor. Após terminar a temporada passada em alta, John Kennedy já passou por uma verdadeira montanha-russa de emoções. Primeiro, ao defender a Seleção Brasileira sub-23 no pré-olímpico, entre janeiro e fevereiro deste ano.

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A expectativa era altíssima, já que o jogador faria dupla de ataque com ninguém menos que Endrick. E o começo não poderia ser melhor, já que JK participou de dois gols nos dois primeiros jogos da Seleção no torneio, que valia vaga para as Olimpíadas de 2024, em Paris.

Após três vitórias seguidas, porém, a chave virou para os brasileiros. Duas derrotas em três jogos na fase final fizeram com que a Seleção ficasse fora dos Jogos Olímpicos, competição que a amarelinha é a atual bicampeã.

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Retorno ao Fluminense

Após este fracasso, ele voltou ao Fluminense e não se encontrou. Até participou de novo título, desta vez o da Recopa, sobre a LDU, mas passou em branco e levou cartão vermelho (tal qual na final da Libertadores). Marcou seu primeiro gol na temporada no jogo seguinte, em derrota por 4 a 2 para o Botafogo, no Maracanã, pela 11ª rodada da Taça Guanabara.

Atuou mais quatro partidas depois disso (sem marcar) e viveu sua pior fase: foi afastado por questões disciplinares e ficou quase um mês sem entrar em campo. Uma saída não estava, à época, descartada. Mas, confiando em sua promessa, o Fluminense o segurou.

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Só foi estrear na Libertadores na quinta rodada (passou as duas primeiras cumprindo suspensão pelas expulsões na final da edição passada e da Recopa-2024, aliás), atuando apenas 11 minutos diante do Cerro Porteño (PAR). Na partida seguinte, voltou às redes ao marcar, também no Maracanã, o segundo gol na vitória sobre o Sampaio Corrêa, que classificou o Tricolor às oitavas de final da Copa do Brasil.

E, contra o Alianza Lima, voltou, enfim, a marcar pelo Fluminense em jogos de Libertadores.

Elogios a JK

Após o apito final, o técnico Fernando Diniz falou sobre o atacante. Após o caso de indisciplina, ele ganhou novo voto de confiança do treinador e do grupo.

“O John Kennedy é um trabalho sem trégua, e sem fim, para que ele consiga amadurecer a ponto de dar conta do imenso talento que ele tem. Não é fácil ser jogador de futebol sempre falando isso. Principalmente pessoas como o John Kennedy, que têm a história de vida que esses caras têm. E a gente está aqui para ajudar, obviamente, porque a gente tem limitação. A vontade de ajudar pode até ser ilimitada, mas, assim, a nossa capacidade não chega ao infinito”, disse o treinador, que completou:

“Mas é muita vontade de ajudar o John. E eu acho também que ele está entendendo que ele pode. Por meio do futebol, mudar a condição social dele, não só enquanto ele está jogando, mudar uma condição social para a vida dele, para os filhos dele. E é isso que eu espero do John Kennedy, do trabalho que a gente faz junto aqui no Fluminense. Isso acontecendo vai ser um prêmio gigantesco para a minha vida”, enfatizou o comandante.

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