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Ancelotti se defende após pedido de prisão na Espanha

Ministério Público pede quatro anos e nove meses de prisão para o treinador por crime de fraude à Fazenda do país

Jogada 10

Jogada 10|Do R7

Foto: Pedro Castillo/Real Madrid
Foto: Pedro Castillo/Real Madrid Foto: Pedro Castillo/Real Madrid (Jogada 10)

Nesta quarta-feira (6), o Ministério Público da Espanha entrou com pedido de prisão de Carlo Ancelotti, do Real Madrid. Segundo a Justiça espanhola, o técnico deve cumprir pena de cárcere de quatro anos e nove meses pelo crime de fraude à Fazenda daquele país, com um milhão de euros (R$ 5,4 milhões na cotação atual) sonegados em impostos.

O treinador, porém, questiona a pena e, inconformado com a situação, se mobiliza para defesa em relação às acusações de crime fiscal. Prova disso é que o treinador já teria enviado o valor necessário para que, em caso de condenação ao desfecho do julgamento, sua pena fosse atenuada devido à “reparação do dano”, segundo o jornal espanhol “El Mundo”.

Sua intenção no julgamento é convencer a Justiça de que em 2015, sua residência fiscal já não era mais na Espanha, motivo pelo qual tais valores não constariam no sistema.

“Essa é uma história de oito anos atrás, uma declaração de renda de 2015. A Espanha diz que eu era residente no país. Mas na época eu não era. E paguei a multa. Agora sai essa decisão. Bom, é hora de meus advogados acharem uma solução. Mas eu jamais me considerei um residente em 2015 na Espanha”, disse Ancelotti.

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A promotoria sustenta que o treinador ocultou em sua declaração de renda os vencimentos ligados à exploração de seus direitos de imagem nos anos de 2014 e 2015, em sua primeira passagem pelo Real Madrid.

Além disso, Ancelotti teria tentado evitar a tribução usando um “confuso e complexo” esquema de trustes e empresas para canalizar a cobrança de seus direitos de imagem. Ele também teria simulado a cessão dos direitos para empresas “sem atividade verdadeira”.

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Em julho de 2013, o treinador assinou contrato com o clube merengue e cedeu seus direitos de imagem para a empresa Vapia Limited por um período de dez anos, no valor de 25 milhões de euros.

Na mesma época, a empresa nomeou Ancelotti como seu representante, concedendo-lhe “máximos poderes de atuação para gerir seus direitos de imagem”. Em seguida, foi formalizado um acordo que modificava o prazo de duração do acordo para três anos e o valor dos direitos em um milhão de euros.

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