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Abel explica por que Rony e Artur viraram reservas no Palmeiras

Treinador ressaltou feitos dos atacantes no começo do ano, mas explicou que formação tática fez ele optar por Endrick e Breno Lopes...

Jogada 10

Jogada 10|Do R7


Foto: Cesar Greco/Palmeiras
Foto: Cesar Greco/Palmeiras

Titulares absolutos no começo do ano, os atacantes Rony e Artur se tornaram nomes frequentes do banco de reservas do Palmeiras nas últimas partidas. Coincidentemente, desde que viraram suplentes, o Verdão engatou três vitórias seguidas. Após a partida contra o Bahia, o técnico Abel Ferreira explicou o motivo dos atletas perderem seus status dentro do elenco.

No caso de Rony, um dos principais jogadores em toda a passagem do português pelo Verdão, o técnico disse que deveria até tê-lo tirado antes da equipe, como forma de preservá-lo no momento ruim. O camisa 10 é o vice-artilheiro do Palmeiras na temporada, com 13 gols, mas vive fase ruim.

“Eu tenho meu direito de cobrar do outro também. Mas não foi por isso que ele saiu. Saiu porque não estava dando o rendimento que era preciso. Isso acontece com os jogadores. Podemos resguardar o jogador assim, porque ele já fez muito, mostrou do que é capaz”, disse Abel, que prosseguiu.

“Tenho que entender que é um excelente jogador, tem características próprias. É um jogador de profundidade, ele tem que entender que há momentos de que não é ponto forte se aproximar, buscar. Pelo que nos deu, se calhar deveria ter tirado mais cedo sem problema nenhum e resguardá-lo mais cedo e tentar puxar por ele para voltar a nos ajudar, como é agora. Faz parte. Queremos ganhar sempre, ganhar os títulos todos, mas não é possível. Temos que trabalhar e sempre dar o melhor de nós”.

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Artur foi de principal contratação a reserva no Palmeiras de Abel

Por outro lado, Artur chegou como a grande contratação do Alviverde na temporada. E iniciou sua segunda trajetória no Verdão muito bem, com dez gols no começo dessa passagem. Mas, a partir da lesão de Dudu, Abel tentou fazê-lo sair do lado direito e passar a jogar na esquerda. Desde então, seu desempenho caiu muito.

“No futebol, queremos sempre estar na melhor forma, queremos sempre a perfeição e buscar o melhor de nós. Mas há fases. Ele chegou muito bem, melhor do que esperava, chegou a voar. Mas depois é normal, ao longo do tempo, o time também não ajudou, outra vez não foi tão bem. Os jogadores têm o seu momento, e devem ser capazes de ler o momento. Tem entrado muito bem, em uma posição que também fez no Bragantino. As pessoas não gostam que mexam nos jogadores, mas não vou mudar agora, os resultados não foram tão ruins assim nos últimos três anos. Os acertos foram maiores. Ele está aí para nos ajudar”, finalizou o treinador palmeirense.

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