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A noite de Keno na nova versão 4-2-4 do Flu de Diniz

Escalação de John Kennedy como titular é fundamental para grande atuação do Fluminense diante do Olímpia e para encaminhar a vaga à...

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Tem jogos que ficam na memória do torcedor. Mas tem jogos que marcam o trabalho de um treinador. Fernando Diniz pode dizer que 2023 é um ano para jogos marcantes na sua jovem carreira como treinador. O jogo desta quinta-feira (24/8) contra o Olímpia entra para esse hall de grandes atuações do Fluminense na temporada.

De início, o treinador acerta na escalação. Ciente de que o Olímpia não se arriscaria na partida no Maracanã, Diniz lançou o Fluminense ao ataque e esmagou o time paraguaio desde o primeiro minuto. Ele já havia dado amostras no segundo tempo da partida contra o América Mineiro na noite de sábado, quando no segundo tempo colocou John Kennedy ao lado de Cano, com Keno e Arias abertos. Mas agora ele iniciou a partida com o 4-2-4. Apenas André e Ganso no meio de campo.

Que muitas vezes era apenas de Ganso, que formava uma linha de três jogadores com Samuel Xavier e Diogo Barbosa avançando. Enquanto André se enfiava no meio de Felipe Melo e Nino formando um trio defensivo para trabalhar a saída de bola. Ganso livre e com o campo de frente, foi o maestro que todos os torcedores esperam ver. Fez passes verticais, controlou o jogo, acelerou quando preciso, virou bolas e comandou o meio de campo.

André e Cano

André também foi espetacular seja como volante, como zagueiro ou como elemento surpresa no ataque com os espaços que surgiam, tanto que foi ele quem abriu o marcador. Os dois laterais e a dupla de zaga foram sólidos e impediram que o Olímpia usasse sua grande arma: os cruzamentos para a área. Fábio foi quase um mero espectador da partida.

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Cano foi o velho artilheiro que a torcida conhece. O jogador de um toque na bola. Teve quatro chances e colocou uma na rede. Ainda fez um pivô perfeito na assistência para o gol de André. Arias, talvez, tenha sido o jogador menos produtivo do time. Mas, assim como John Kennedy brigou por todas as bolas e se a técnica não se sobrepôs, fez da vontade sua arma para ajudar a equipe.

Keno foi o destaque do Fluminense

Mas o grande nome do jogo foi Keno. O atacante teve, talvez, sua grande partida com a camisa do Fluminense. Afinal, foi a válvula de escape e a principal arma ofensiva do Fluminense durante os 90 minutos. Com velocidade, com dribles e abrindo muitos espaços para que os companheiros tivessem boas oportunidades para finalizar. Keno quebrou a retranca do Olímpia, e, com um pouco mais de sorte, poderia ter ajudado o Fluminense a construir um placar ainda mais largo. No nível de Keno, só a torcida Tricolor, como bem colocou Fernando Diniz em sua coletiva. O show nas arquibancadas foi simplesmente espetacular. E o incentivo nos 90 minutos ensurdecedor.

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Diniz surpreendeu Arce com o seu 4-2-4. Apresentou uma nova versão do Fluminense, que a cada jogo mostra que não tem apenas uma forma de jogar, como muitos pensavam. E a vitória sólida e segura contra um adversário complicado volta a credenciar o Tricolor como um dos favoritos nesta Libertadores. Dessa forma, pelo que viu nesta quinta-feira no Maracanã, a torcida já voltou a sonhar com a Glória Eterna.

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