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À espera dos reforços, Vasco tem segundo pior ataque das Séries A e B

Cruz-Maltino marcou apenas 11 gols em 15 jogos e fica à frente somente da Ponte Preta, na Série B, com dez em 19 partidas

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Lanterna do Brasileirão, o Vasco atingiu mais uma marca negativa na temporada de 2023. Afinal, tornou-se o segundo pior ataque do Brasil, levando em consideração a produção dos clubes das Séries A e B. Passados 15 jogos, o Cruz-Maltino soma 11 gols na elite e fica à frente apenas da Ponte Preta, com dez, na divisão de acesso.

Hoje, o “Z4” desta estatística conta com equipes tradicionais do futebol nacional. Além da Macaca, lanterna do quesito, e do Gigante da Colina, aparecem na sequência o Corinthians, em fase turbulenta, e o Avaí, ambos com 12 gols. Na sequência, abrindo a zona, estão o Botafogo-SP, o ABC e o Internacional, que demitiu o técnico Mano Menezes e trouxe o argentino Eduardo Coudet. Todo o trio, no entanto, tem 13.

Os números são alarmantes e mostram a deficiência ofensiva do Vasco, apesar de a Série A se encaminhar ainda à 17ª rodada. Já a B está próxima de iniciar o segundo turno. Recentemente, o elenco ainda perdeu duas peças do setor de frente: Pedro Raul, que se transferiu ao Toluca, do México, e Eguinaldo, a caminho do Shakhtar Donetsk, da Ucrânia.

Em 2023, aliás, o time de São Januário tem o pior aproveitamento de finalizações dentre os clubes da elite do futebol do Brasil, na casa dos 5% apenas. A produção ofensiva, inclusive, já não era de saltar os olhos desde a época do Estadual. Na temporada, disputou 30 jogos oficiais: 13 no Carioca, com 23 gols; dois na Copa do Brasil, com quatro; e 15 no Brasileiro, com 11. Este desempenho mostra uma média de 1,2 gol por partida no ano.

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Díaz crê em melhora do Vasco

Após sua estreia, na noite deste domingo (23), derrota por 2 a 0 para o Athletico-PR, em São Januário, o técnico Ramón Díaz deixou claro que, embora o resultado tenha sido negativo, viu melhoras na criação do time. Ele afirmou que há possibilidade, portanto, de reverter as péssimas estatísticas nas jogadas de terço final do campo.

“Se analisar o segundo tempo, tivemos três ou quatro ações, com Figueiredo, Puma… Chances que poderiam mudar (o jogo). Gostei da determinação da equipe, mas é preciso tempo. O adversário é um dos melhores do campeonato e não foi superior em nenhum momento. Isso nos dá esperança para o futuro”, disse o treinador.

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