Futebol Vítor Pereira reconhece que mudança tática foi prejudicial

Vítor Pereira reconhece que mudança tática foi prejudicial

Sobre duelo com o Boca Juniors pela Libertadores, técnico disse que Corinthians não pode ficar escolhendo adversário

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Técnico Vítor Pereira em treino pelo Timão

Técnico Vítor Pereira em treino pelo Timão

Rodrigo Coca / Agência Corinthians

A entrevista no Corinthians nesta tarde de sexta-feira (dia 27), teve como personagem o técnico Vítor Pereira, que não esteve no banco de reservas contra o Always Ready (Bolívia) na quinta (26), por cumprir suspensão. O treinador português reconheceu que o esquema tático com três zagueiros (3-5-2) não funcionou com seus atletas e que não deverá ser utilizado novamente tão cedo.

“Essa alternância de esquema nos prejudicou, vamos investir no nosso sistema base, o 4-3-3. Podemos alternar pontualmente, mas não com o pouco tempo de trabalho que temos, já que alteram comportamentos, nos empurram para trás, não nos deixa ser pressionantes, isso nos afetou. É um fato, uma constatação. Vamos melhorar o nosso nível”, declarou.

Sobre o tropeço contra o Always Ready, que acabou deixando o Timão na 2ª colocação do grupo e colocando o Boca Juniors como adversário nas oitavas de final, Vítor Pereira afirmou que o clube não pode ficar escolhendo adversários. “Quem está no Corinthians tem medo do próximo adversário... Se ficássemos em primeiro, pegaríamos o mesmo time. É encarar a realidade e ir à luta. Fazer nosso melhor, preparar e tentar passar da eliminatória. É simples”, comentou.

O técnico do Corinthians aproveitou para falar também sobre os duelos com o Boca e de suas dificuldades, principalmente na Bombonera. “O ambiente não é fácil, os argentinos têm a particularidade de jogar com o clima do jogo, muitas vezes parecem que são peritos, é natural. Param o jogo, vão para cima do árbitro, temos de controlar isso. Os argentinos são especialistas nestes conflitos, sabem lidar com essa situação, nós é que não sabemos. Temos de buscar equilíbrio emocional. E vamos jogar em casa com a nossa torcida, que é o motor e o coração deste clube”.

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