Tupi comemora exclusão de time de massagista, mas segue desconfiado
Aparecidense-GO tem até quinta-feira (19) para entrar com recurso no STJD
Futebol|Do R7

O Tupi comemorou nesta segunda-feira (16) a decisão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) que classificou o time de Juiz de Fora e eliminou o Aparecidense-GO no caso em que um massagista salvou um gol em cima da linha, pela Série D do Campeonato Brasileiro. Mas como autêntico mineiro, o clube espera ainda a decisão definitiva, já que o adversário tem até quinta para entrar com recurso.
Em entrevista ao R7, o diretor-executivo do Tupi, Alberto Simão deixou o STJD no Rio de Janeiro com a sensação de dever cumprido. Apesar do não comparecimento de nenhum representante do Aparecidense, apenas advogados, o dirigente prefere esperar para ver o resultado em definitivo.
— Como mineiro, a gente segue desconfiado. O Aparecidense tem três dias para recorrer do pleno, mas o não comparecimento de nenhum representante do time, somente o advogado, já indica que o próprio clube não compactua com isso e pode nem recorrer. O povo de Aparecida de Goiânia é um povo trabalhador, honesto e também não poderia ter sua história arranhada pela atitude infeliz de um clube.
A confusão aconteceu em 7 deste mês, no estádio Radialista Mário Helênio, em Juiz de Fora (MG). O Tupi conseguiria a classificação às quartas de final se o massagista Romildo Fonseca da Silva, conhecido como Esquerdinha, não invadisse o campo e tirasse a bola em cima da linha do gol. Diante da confusão formada, o árbitro não cumpriu os acréscimos e decidiu terminar a partida em 2 a 2, desclassificando o time da casa.
O STJD acatou a defesa do clube mineiro e puniu o Aparecidense com a exclusão da Série D, além de uma multa de R$ 100. O massagista do clube também foi punido: terá de pagar R$ 500 e ficará de fora de 24 partidas da equipe. Se a exclusão for mantida, o Tupi irá enfrentar o Mixto na próxima fase.















