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"Somos unidos. Se tiver de brigar, brigamos", diz zagueiro do Palmeiras

Jogadores do Verdão falam de ação premeditada e falhas graves na segurança do estádio

Futebol|Do R7

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Zagueiro Yerry Mina afirma que jogadores do Peñarol não soube perder e inciaram a confusão em campo
Zagueiro Yerry Mina afirma que jogadores do Peñarol não soube perder e inciaram a confusão em campo

O elenco do Palmeiras deixou o estádio Campeón del Siglo, em Montevidéu, satisfeito pela vitória por 3 a 2 sobre o Peñarol, pela Copa Libertadores, e feliz também pela integridade física. Os jogadores do time uruguaio inciaram uma confusão generalizada, que se espalhou pelas arquibancadas.

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Autor do gol de empate, o zagueiro Yerry Mina afirmou que os adversários não souberam perder e que a ação pós jogo já estava premeditada. De acordo com o defensor, o elenco alviverde está tranquilo e ressaltou que todos estão unidos para se defenderem do jeito que for preciso.

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"Se ganhássemos, sabíamos que seria assim. O time está tranquilo. Depois, se tiver de brigar, brigamos. O Peñarol não sabe perder, mas entendo a raiva. Se vierem brigar, brigamos. Somos unidos para o que seja e somos uma grande família", afirmou.

Mina afirmou que a organização do estádio fechou o portão de acesso ao vestiário e dificultou, assim, a fuga do Palmeiras para evitar a briga. O atacante Willian ficou com um ferimento no rosto após o conflito e o volante Felipe Melo deu um soco em Mier, reserva do Peñarol, quando tentava deixar o campo. Nas arquibancadas, as duas torcidas também brigaram.

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"Procuramos ficar juntos, mas estava difícil. Ficamos pressionados no portão, mas não demorou e depois abriu. Forçamos e fomos para o vestiário. De certa forma, esperava isso, mas ficamos um pouco desprotegidos", explicou o lateral Jean, que elogiou o trabalho dos seguranças do clube. O Palmeiras levou ao Uruguai cerca de 20 profissionais apenas para cuidar da integridade dos atletas.

Além de criticar a confusão, o goleiro Fernando Prass reforçou as palavras do técnico Eduardo Baptista, que criticou boatos da imprensa sobre o ambiente ruim no elenco.

"Não sei é pegar pesado, mas às vezes as pessoas são oportunistas. Quando se ganha, falam que o grupo está unido. Aí se perde, as pessoas aproveitam o momento de fragilidade para criticar. Discussão, algum atrito, sempre vai ter. Isso é normal no futebol", comentou.

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Na próxima quarta-feira (3), o Palmeiras vai a campo novamente pela Copa Libertadores. Os comandados por Eduardo Baptista enfrentarão o Jorge Wilstermann na altitude boliviana, às 21h45 (horário de Brasília), no estádio Félix Capriles. Em caso de vitória, o time brasileiro garante a primeira colocação do Grupo 5 de forma antecipada.

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