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Só um time da Série A não tem estrangeiros no elenco; veja quem são os 'gringos' do Brasileirão

Mais de 90 atletas vindos de fora do país ou com dupla nacionalidade irão disputar a Série A; argentinos lideram, mas também há chineses, bolivianos e até um russo

Futebol|Gabriel Herbelha, do R7

Arrascaeta, Gomez, Calleri e Fausto: gringos que se destacam no futebol brasileiro
Arrascaeta, Gomez, Calleri e Fausto: gringos que se destacam no futebol brasileiro Arrascaeta, Gomez, Calleri e Fausto: gringos que se destacam no futebol brasileiro

De Arrascaeta, Germán Cano e Gustavo Gómez. Estes são apenas alguns dos exemplos de sucesso de jogadores estrangeiros atuando no Campeonato Brasileiro.

A cada temporada que passa, os clubes daqui, atentos ao mercado internacional, apostam suas fichas em contratações de "gringos". Alguns deles fazem sucesso, outros nem tanto.

Nesta edição da Série A, são 96 jogadores, que nasceram fora do país, abdicaram da cidadania brasileira ou tem dupla nacionalidade, que estão espalhados nos elencos de 19 dos 20 times da série A do campeonato nacional.

O São Paulo é o clube com maior número de “gringos”, com nove jogadores nascidos em países sul-americanos, além de dois atletas (João Moreira e Marcos Paulo, que também tem cidadania portuguesa, e inclusive atuaram pela seleção de base do país europeu.

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Por outro lado, o Cruzeiro de tantos craques latinos, como Sorín, Montillo e Marcelo Moreno, é o único clube da elite do país que não conta com nenhum estrangeiro em seu plantel.

Quantos estrangeiros por time podem ser relacionados para um jogo do Brasileirão?

Segundo o Regulamento Geral das Competições da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), deste ano, cada time pode relacionar até sete atletas estrangeiros por jogo.

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Art. 54 – Os Clubes poderão relacionar nas súmulas de cada partida até 7 (sete) atletas estrangeiros%2C excepcionados os registrados como refugiados que%2C para efeitos das competições coordenadas pela CBF%2C equiparam-se aos atletas nacionais%2C sem nenhuma restrição de direitos.

A pauta foi apresentada pelo São Paulo e aprovada pelos outros 19 clubes da primeira divisão. A regra também vale para a Copa do Brasil e outras competições organizadas e referendadas pela CBF.

As nacionalidades

Nesta edição de 2023, além de brasileiros, teremos jogadores de 14 nacionalidades diferentes: Argentina, Uruguai, Equador, Chile, Paraguai, Colômbia, Bolívia, Venezuela, Estados Unidos, Portugal, Bulgária, Rússia, Ucrânia e China.

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Entre eles, nossos hermanos argentinos lideram o ranking, com 30 jogadores atuando na elite do país. Em segundo, vem os uruguaios (20 atletas). Na sequência, os colombianos, (10 atletas), os paraguaios (8 atletas), equatorianos (7 atletas), chilenos (6 atletas); venezuelanos e portugueses (3 atletas cada), estadunidenses e chineses (2 atletas cada), além de um russo, um ucraniano e um búlgaro.

Dupla nacionalidade

Atletas com dupla nacionalidade, como o zagueiro Victor Cuesta, do Botafogo, e o lateral Mário Fernandes, do Internacional, não ocupam uma das sete vagas de estrangeiros.

A regra não se aplica para os atletas com cidadania da China(Aloísio, América-MG; Ricardo Goulart, Bahia, e Alan, Fluminense), da Bulgária (Cicinho, do Bahia) e da Ucrânia (Júnior Moraes) já que os dois países não permitem dupla nacionalidade.

Desta forma, os atletas citados tiveram que abdicar da cidadania brasileira para se tornar cidadãos dos países listados.

Confira a lista dos jogadores estrangeiros atuando na Série A, divida por clubes:

(nomes em negrito indicam a dupla nacionalidade)

América- MG

Emmanuel Martínez e Martín Benítez (Argentina)

Aloísio (China)

Athletico Paranaense

David Terans e Agustín Canobbio (Uruguai)

Bryan García (Equador)

Tomás Cuello (Argentina)

Luciano Arriagada (Chile)

Atlético-MG

Mauricio Lemos (Uruguai)

Renzo Saravia, Rodrigo Battaglia, Matías Zaracho e Cristian Pavón (Argentina)

Eduardo Vargas (Chile)

Bahia

Ricardo Goulart abriu mão da cidadania brasileira para jogar pela seleção
chinesa, com o nome de Gao Late
Ricardo Goulart abriu mão da cidadania brasileira para jogar pela seleção chinesa, com o nome de Gao Late Ricardo Goulart abriu mão da cidadania brasileira para jogar pela seleção chinesa, com o nome de Gao Late

Jhoanner Chávez (Equador)

Cicinho (Bulgária)

Nicolás Acevedo (Uruguai)

Ricardo Goulart (China)

Lucas Mugni (Argentina)

Botafogo

No clube desde 2017, o paraguaio Gatito Fernández é conhecido por ser um exímio
defensor de pênaltis
No clube desde 2017, o paraguaio Gatito Fernández é conhecido por ser um exímio defensor de pênaltis No clube desde 2017, o paraguaio Gatito Fernández é conhecido por ser um exímio defensor de pênaltis

Gatito Fernández e Matías Segovia (Paraguai)

Luis Segovia (Equador)

Victor Cuesta, Joel Carli e Leonel Di Placido (Argentina)

Jacob Montes (Estados Unidos)

Corinthians

Bruno Méndez (Uruguai)

Fabían Balbuena e Ángel Romero (Paraguai)

Rafael Ramos (Portugal)

Fausto Vera (Argentina)

Víctor Cantillo (Colômbia)

Júnior Moraes (Ucrânia)

Coritiba

Benjamín Kuscevic (Chile)

Jhon Chancellor (Venezuela)

Jesús Trindade (Uruguai)

Marcelino Moreno (Argentina)

Cruzeiro

Não tem jogadores estrangeiros no plantel

Cuiabá

Pablo Ceppelini e Nicolás Quagliata (Uruguai)

Isidro Pitta (Paraguai)

Flamengo

Guillermo Varela e De Arrascaeta(Uruguai)

Arturo Vidal e Erick Pulgar (Chile)

Fluminense

O argentino Germán Cano ao lado do colombiano jhon Arias: referências no ataque do Fluzão
O argentino Germán Cano ao lado do colombiano jhon Arias: referências no ataque do Fluzão O argentino Germán Cano ao lado do colombiano jhon Arias: referências no ataque do Fluzão

Jhon Arias (Colômbia)

Germán Cano (Argentina)

Alan (China)

Fortaleza

Brayan Ceballos (Colômbia)

Emanuel Brítez, Tomás Pochettino, Juan Martín Lucero e Silvio Romero (Argentina)

Goiás

Julián Palacios (Argentina)

Grêmio

Kannemann e Franco Cristaldo (Argentina)

Mathías Villasanti (Paraguai)

Felipe Carballo e Luis Suárez (Uruguai)

Internacional

O lateral Mário Fernandes, do Inter, disputou a Copa do Mundo de 2018 pela seleção russa, após se naturalizar
O lateral Mário Fernandes, do Inter, disputou a Copa do Mundo de 2018 pela seleção russa, após se naturalizar O lateral Mário Fernandes, do Inter, disputou a Copa do Mundo de 2018 pela seleção russa, após se naturalizar

Nicolás Hernández (Colômbia)

Gabriel Mercado e Fabricio Bustos (Argentina)

Mário Fernandes (Rússia)

Johnny (Estados Unidos)

Carlos de Pena (Uruguai)

Charles Aránguiz (Chile)

Palmeiras

Flaco López (Argentina)

Gustavo Gómez (Paraguai)

Piquerez (Uruguai)

Eduard Atuesta e Richard Ríos (Colômbia)

Red Bull Bragantino

Kevin Lomónaco (Argentina)

Leo Realpe e José Hurtado (Equador)

Henry Mosquera (Colômbia)

Ignacio Laquintana e Thiago Borbas (Uruguai)

Santos

Rodrigo Fernández (Uruguai)

Daniel Ruiz e Stiven Mendoza (Colômbia)

Gabriel Carabajal (Argentina)

Miguelito (Bolívia)

Soteldo (Venezuela)

São Paulo

Alan Franco, Giuliano Galoppo e Jonathan Calleri (Argentina)

Robert Arboleda e Jhegson Méndez (Equador)

Nahuel Ferraresi (Venezuela)

João Moreira e Marcos Paulo (Portugal)

Orejuela (Colômbia)

Gabriel Neves e Michel Araújo (Uruguai)

Vasco

Manuel Capasso (Argentina)

Pumita Rodríguez (Uruguai)

Matías Galarza (Paraguai)

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