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BRASILEIRO 2022
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Relação de Lúcio Flávio com o Botafogo não é de agora; entenda

Técnico do líder do Brasileirão já vestiu a camisa do clube carioca como meia e foi até capitão da equipe

Futebol|Do R7


Lúcio Flávio foi jogador do Botafogo e, agora, é treinador
Lúcio Flávio foi jogador do Botafogo e, agora, é treinador

Nesta semana, o Botafogo desistiu de procurar um novo treinador e efetivou Lúcio Flavio no comando do líder do Brasileirão até o fim de 2023. O que satisfez muito ao elenco, que entra em campo na noite deste sábado (21), às 21h, contra o Athletico, no Nilton Santos. Vale lembrar que esse não é o começo da relação entre o Glorioso e Lúcio Flávio.

O ex-meia foi jogador do time carioca, em duas ocasiões. De 2006 a 2008, veio emprestado pelo São Caetano e entrou em campo 149 vezes, marcou 53 gols, além de levantar a taça do Carioca de 2006.

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A segunda passagem foi de 2009 a 2015, com 84 jogos e 11 gols. Nessa, conquistou outro Carioca — o de 2010. Porém, a sequência no Glorioso foi marcada por uma fase ruim, com o tri-vice estadual para o Flamengo.

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Em 2007, perdeu para o Rubro-Negro nos pênaltis. Em 2008, com um jogador a menos para cada lado e o jogo empatado, Flávio, então capitão da equipe, levou dois amarelos no segundo tempo e foi expulso. Nos acréscimos, o Botafogo sofreu a virada.

A edição ficou marcada como "chororô", depois que a comissão técnica, diretoria e jogadores do time reclamaram da arbitragem em coletiva, muitos, literalmente, chorando. A atitude foi apoiada pelo ex-meia.

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Em 2009, eles voltaram a perder o título para o Flamengo. O nome do ex-jogador, portanto, é dividido entre a torcida. Há quem o considere ídolo pelo tempo que ficou no Botafogo e por ter vestido a braçadeira, outros não dão essa importância.

Mas, é importante ressaltar que o ex-meia conseguiu deixar uma marca na história do Botafogo: é o maior artilheiro do Glorioso no Brasileirão (na era de pontos corridos), com 28 gols. 

Em 2017, Lúcio se despediu dos gramados. Após passar dois anos como auxiliar técnico no Paraná, em 2020, foi contratado como auxiliar permanente no clube carioca. A primeira experiência como interino foi em 2021, quando o Botafogo já estava matematicamente rebaixado para a Série B.

Ao todo, foram quatro jogos, três derrotas e uma vitória. Em 2022, voltou como interino depois da demissão de Enderson Moreira, e teve um rendimento melhor: em oito jogos, foram com quatro vitórias, um empate e três derrotas.

Ainda em 2022, Lúcio se tornou treinador do time B (sub-23) do Glorioso. Com a saída de Luís Castro, ele voltou para a equipe principal, novamente como auxiliar.

Em 2023, comandou o Botafogo uma vez, antes da demissão de Bruno Lage, mas não como interino. Flávio atuou como treinador, já que o time B abriu o Carioca, contra o Audax — perdeu de 1 a 0.

No começo de outubro, com a demissão, o ex-jogador assumiu o comando da equipe principal. O retrospecto até ali era de 41%, com 13 jogos, sete derrotas, cinco vitórias e um empate.

Por enquanto, o recém-efetivado tem cinco jogos, duas derrotas, um empate e duas vitórias.

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