Por que a Copa do Mundo de 2026 será a mais lucrativa da história
Estimativa é que a Fifa arrecade mais de US$ 10,9 bilhões (cerca de R$ 58,7 bilhões) com o torneio
Copa do Mundo|Do R7
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A edição de 2026 da Copa do Mundo será a mais rentável da história, segundo uma pesquisa realizada pela Sports Value. A expectativa é que a Fifa arrecade mais de US$ 10,9 bilhões (cerca de R$ 58,7 bilhões).
O número representa um aumento de 56% em relação à edição de 2022, no Catar, que registrou receita de US$ 7 bilhões. Na época, o número surpreendeu, superando em 32% o torneio na Rússia, em 2018.
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O resultado de 2026 é impulsionado, principalmente, pelas mudanças no formato do campeonato, que contará com um número maior de seleções e acontecerá em três países: Estados Unidos, Canadá e México. Com mais seleções disputando, o número de jogos aumenta e, com isso, cresce também o faturamento.
Outro fator decisivo é a valorização dos direitos de transmissão. Pela primeira vez, esse segmento deve ultrapassar a marca de US$ 4,3 bilhões, estabelecendo um recorde. O mesmo acontece com os contratos de patrocínio, que devem alcançar US$ 2,8 bilhões, revelando o interesse de marcas globais no torneio.
Recentemente, a Fifa anunciou uma categoria de ingressos com preços mais baratos. As entradas populares custam cerca de US$ 60 (aproximadamente R$ 327) e foram divulgadas após a entidade receber críticas por vender bilhetes com preços abusivos.
Quando o Brasil joga na Copa do Mundo
- 13 de junho: Brasil x Marrocos, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília)
- 19 de junho: Brasil x Haiti, na Filadélfia, às 22h (horário de Brasília)
- 24 de junho: Brasil x Escócia, em Miami, às 19h (horário de Brasília)
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