Opinião: Brasileirão vem aí. E o Bom Senso?
Com polêmicas à tona, líderes do movimento somem quando futebol mais precisa
Futebol|Francisco Valle, do R7

Essas incertezas prejudicam, além dos clubes, principalmente a torcedores e jogadores, que estão reféns dos mandos e desmandos da CBF.
Criado para defender os atletas e seus direitos, o grupo Bom Senso desaparece quando o futebol brasileiro mais precisa dele.
Os líderes do movimento já não estão mais tão engajados assim. Paulo André, o principal deles, foi mandado para a China, Rogério Ceni, que se aposenta no fim do ano, está com a cabeça nos cursos que fará nos EUA para se tornar treinador. Alex, do Coritiba, também parece já não responder pelo grupo.
Sem liderança, foco e resultados, o Bom Senso prova que nada mais foi do que um fogo de palha de jogadores já no fim da carreira.
No olho do furacão, o Brasileirão está aí, neste sábado, promovendo a oportunidade para que os atletas calem tudo o que eu disse aí em cima. Quem sabe eles não se manifestam e nos surpreendam? Eu, particularmente, duvido muito. Uma pena!













