Modesto Roma não poupa críticas e chama trio de arbitragem de 'vagabundo'
Duelo contra o Inter foi marcado por polêmica, principalmente pela expulsão de Lucas Lima
Futebol|Do R7

O jogo entre Internacional e Santos na noite desta quinta-feira (8) foi cercado de muita polêmica. Modesto Roma Júnior, presidente do Peixe, mostrou a sua irritação com a arbitragem do jogo, principalmente pela expulsão de Lucas Lima, ainda na primeira etapa.
Em entrevista à ESPN Brasil, o dirigente santista não poupou críticas ao trio de arbitragem da partida.
— Não sei se é um bom dia. Com essa falta de respeito da arbitragem não pode ser um bom dia. Estamos avisando há muito tempo. Aí vem o (Walter) Feldman falando que vai mudar, pegar os melhores... É um trio de vagabundo, sim, o que teve ontem. Erro nós perdoamos, má intenção, não.
Walter Feldman, citado por Modesto Roma em sua acusação, é secretário-geral da CBF. Na entrevista, o presidente também criticou o presidente da entidade Marco Polo Del Nero.
— Só podem ser eles (para fazerem alguma coisa). São eles que comandam. Estou reclamando porque ontem foi má intenção. Erro de arbitragem é uma coisa, acontece, mas ontem não foi erro. Os cartões foram má intenção, o pênalti não dado foi má intenção, ele (o árbitro) não se manifestar em confusões em campo, tolerar cera do Inter no segundo tempo... Nós lutamos por um futebol limpo, mas, infelizmente, só vemos um futebol sujo.
Além da expulsão de Lucas Lima, os santistas também reclamam dos cartões amarelos dados à Victor Ferraz e Ricardo Oliveira. As punições suspendem os três atletas do clássico contra o Corinthians pela próxima rodada do Brasileirão.
O jogo foi apitado por Rodrigo Batista Raposo, acompanhado dos auxiliares Daniel Henrique da Silva Andrade e José Reinaldo Nascimento Júnior. A principal polêmica foi a expulsão de Lucas Lima por cera. Na súmula do duelo, o juiz tentou explicar o ocorrido: "Expulsei aos 45 minutos do primeiro tempo, por receber uma segunda advertência na partida, o senhor Lucas Rafael Araujo Lima, camisa número 10, da equipe do Santos Futebol Clube, por conduta antidesportiva, ao retardar o reinício de partida no momento que colocou a bola no quarto de círculo e se posicionou para executar o tiro de canto e em seguida deixou a cobrança para seu companheiro".















