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BRASILEIRO 2022

Mirassol perde 14 jogadores para 2026 e teme queda de rendimento

Entre os jogadores que deixaram o elenco, apenas três eram titulares absolutos

Futebol|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Mirassol perdeu 14 jogadores importantes desde 2025, incluindo três titulares absolutos.
  • A diretoria considera as saídas parte do planejamento e mantém a base fundamental do time.
  • O clube investiu em reforços com experiência na Série A e até contratações internacionais para a temporada de 2026.
  • A mudança de patamar do Mirassol inclui aumento de receitas e confiança na competitividade, apesar das baixas significativas no elenco.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Mirassol estreia no Campeonato Paulista contra o São Paulo, neste domingo (11) Rubens Chiri e Paulo Pinto/Saopaulofc.net

O Mirassol iniciou a temporada de 2026 com mudanças profundas no elenco que conquistou o quarto lugar no Campeonato Brasileiro e a classificação histórica para a Libertadores. Ao todo, 14 jogadores deixaram o clube desde o fim de 2025 - número que poderia indicar risco de queda de rendimento, mas que internamente não é tratado como um desmanche nem gera preocupação.

A avaliação no clube é de que as saídas já faziam parte do planejamento. A diretoria tentou manter nomes considerados titulares, como o zagueiro Jemmes e o meia Danielzinho, mas não conseguiu avançar nas negociações. Ainda assim, o ambiente no Leão é de controle do processo, sem clima de desespero ou lamentação.


Entre os jogadores que deixaram o elenco, apenas três eram titulares absolutos na campanha do Brasileirão. Além de Jemmes e Danielzinho, o meia Gabriel também tinha papel relevante. Outro nome com saída encaminhada é o lateral Lucas Ramon, que assinou pré-contrato com o São Paulo, mas deve permanecer no clube até maio.

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Na prática, a comissão técnica manteve a base considerada essencial. Peças vistas como intocáveis, como Walter, Reinaldo e Negueba, seguem no elenco, assim como o técnico Rafael Guanaes. Parte dos atletas que saíram tinha participação pontual ou quase não foi utilizada, casos de Matheus Sales, PH e Maceió.


Alguns jogadores, no entanto, tiveram presença mais frequente. O atacante Cristian, que se transferiu para o Busan, da Coreia do Sul, disputou 82 partidas pelo Mirassol. O meia Yago Felipe fez 19 jogos e o volante Roni atuou em 16 oportunidades antes de acertar com o AVS SAD, de Portugal. Chico da Costa, emprestado pelo Cerro Porteño, marcou seis gols em 20 partidas e defenderá o Cruzeiro em 2026.

A principal negociação foi a de Jemmes. Titular em 37 das 38 rodadas do Brasileirão, o zagueiro foi vendido ao Fluminense por 4 milhões de dólares, cerca de R$ 22 milhões, por 70% dos direitos econômicos.


Danielzinho deixou o clube sem custos após o fim do contrato e acertou com o São Paulo. Gabriel, que disputou 132 jogos em três anos, assinou com o Sporting Cristal, do Peru.

Mesmo com as baixas, o Mirassol foi ao mercado e elevou o perfil das contratações. O clube apostou em jogadores com experiência recente na Série A, como Lucas Mugni e Galeano, ambos do Ceará, além de Eduardo, que defendia o Cruzeiro. Também buscou reforços fora do país, como o atacante André Luís, com quase 50 participações em gols nas duas últimas temporadas no futebol chinês, e o volante Yuri Lara, que atuou com regularidade no Japão.


Entre os nomes vindos da Série B, o volante Denilson chega após sequência longa de jogos e bom desempenho no Cuiabá, enquanto o atacante Nathan Fogaça foi contratado após se destacar no Novorizontino, apesar de histórico recente de lesões.

A mudança de patamar do clube influencia diretamente esse cenário. Com a Libertadores pela frente, o Mirassol alterou o perfil do elenco e passou a contar com jogadores estrangeiros, algo que não ocorria em 2025. A abertura de espaço no plantel era esperada, assim como as saídas.

Além disso, o clube ampliou o faturamento com vendas, premiações, cotas e maior visibilidade nacional. Com mais recursos em caixa, a diretoria entende que o Mirassol entra em 2026 em uma nova realidade, confiante de que as mudanças não significam perda de competitividade, mesmo após a saída de quase metade do elenco que marcou a temporada anterior.

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