Futebol Justiça determina penhora da taça do Mundial do Corinthians

Justiça determina penhora da taça do Mundial do Corinthians

O juiz da 3ª Vara Cível de São Paulo determinou a penhora do troféu de 2012. Presidente do Timão afirma que vai resolver o problema em 48 horas

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Juiz determina a penhora da Taça do Mundial da Fifa de 2012

Juiz determina a penhora da Taça do Mundial da Fifa de 2012

Ricardo Nogueira/Folhapress - 16.12.2012

Nesta quinta-feira (8), o juiz Luis Fernando Nardelli, da 3ª Vara Cível de São Paulo, determinou a penhora da Taça do Mundial da Fifa, conquistada pelo Corinthians em 2012. O pedido foi feito para saldar uma dívida de R$ 2,48 milhões que o clube tem com o Instituto Santanense. 

Andrés Sanchez, presidente do Corinthians, afirmou em entrevista coletiva que o clube tem dois dias para saldar a dívida e vai resolver o problema. 

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"Em 48 horas nós vamos resolver isso. Vamos pagar a conta e acabar tudo isso. É um direito deles fazer este pedido. A Justiça está aí para  isso e ele conseguiram um efeito midiático. O juiz deve torcer para outro time. Nós temos 48 horas para resolver e vamos resolver. Vamos pagar a nossa parte e esperar a justiça para receber o que eles devem para gente também", explicou o dirigente.

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Documento em que o juiz determina a penhora da Taça do Mundial da Fifa de 2012

Documento em que o juiz determina a penhora da Taça do Mundial da Fifa de 2012

Reprodução

Entenda a dívida

Esta dívida é referente a um processo antigo, que corre desde 2010. Em 2008, o Corinthians e o Instituto tinham uma parceria em que o clube cedeu parte do Parque São Jorge para que a universidade oferecesse aulas de educação física. O contrato foi rompido pela diretoria do clube e os alunos da faculdade ficaram impedidos de entrar no campo.

O valor cobrado pelo Instituto Santanense é referente à quebra de contrato. Em setembro, houve uma audiência para tentar um acordo, mas não houve entendimento. Na ocasião, a universidade pedia R$ 4,1 milhões. O Corinthians cobra do Instituto Santanense uma dívida anterior, de 2008, referente ao patrocínio acertado e que não foi pago. O clube pede R$ 1,2 milhão.

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