Entenda como uma sucessão de erros atrasou o julgamento sobre a morte de Maradona
Processo controverso levanta discussão sobre como o país lida com figuras públicas e ídolos nacionais
Futebol|Do R7
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O julgamento que busca esclarecer responsabilidades pela morte de Diego Maradona tem sido marcado por episódios que colocam em dúvida sua credibilidade e atrasam o andamento das investigações.
Tudo começou em novembro de 2025, quando uma das juízas responsáveis pelo caso foi destituída porque foi descoberto que ela participava da gravação de um documentário sobre o processo enquanto ainda conduzia as audiências.
A decisão foi considerada necessária para preservar a imparcialidade, já que sua exposição pública poderia comprometer a seriedade do julgamento.
Além disso, todo o julgamento foi anulado até aquele momento e precisou voltar à estaca zero.
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Mais recentemente, outro erro insólito travou o processo.
Peritos encarregados de analisar os exames clínicos de Maradona acabaram avaliando, por engano, documentos médicos que pertenciam ao pai do ex-jogador, que tem o mesmo nome que ele.
O erro levantou questionamentos sobre a condução técnica da investigação, reforçando a percepção de que o caso tem sido atravessado por falhas administrativas e pela pressão constante da opinião pública.
O processo segue como um dos mais controversos da justiça argentina recente, mantendo viva a discussão sobre como o país lida com figuras públicas e seus legados.
Diego Armando Maradona morreu em novembro de 2020, aos 60 anos. O ex-jogador teria sofrido uma parada cardiorrespiratória em casa e não resistiu.
Sete profissionais de saúde são acusados de homicídio com dolo eventual na morte de Maradona, por negligência médica. Um relatório médico independente divulgado em 2021 afirmou que Maradona morreu “abandonado à própria sorte”.
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