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Quem criou a taça da Copa? Conheça a história por trás do troféu mais cobiçado do futebol

Esculpida pelo italiano Silvio Gazzaniga, a taça atual substituiu a Jules Rimet após o tricampeonato do Brasil em 1970

Copa do Mundo|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A taça atual da Copa do Mundo foi criada pelo escultor italiano Silvio Gazzaniga após o Brasil conquistar a taça Jules Rimet em definitivo em 1970.
  • O troféu Jules Rimet, feito de prata esterlina e ouro, foi o primeiro da Copa do Mundo e foi roubado em 1983, com a suspeita de ter sido derretido.
  • Gazzaniga venceu um concurso internacional com seu design que simboliza o esforço dos atletas, a emoção da torcida e a conquista da vitória.
  • Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Silvio Gazzaniga é criador da atual taça da Copa do Mundo Reprodução/Instagram/fifamuseum

Quando Espanha ou Argentina erguerem a taça da Copa do Mundo neste domingo (19), estarão levantando um dos troféus mais famosos do esporte. O objeto dourado, com duas figuras humanas sustentando o planeta Terra, foi criado pelo escultor italiano Silvio Gazzaniga e passou a ser utilizado pela Fifa após a seleção brasileira ficar definitivamente com a histórica taça Jules Rimet, em 1970.

A Jules Rimet foi o primeiro troféu da Copa do Mundo e esteve presente desde a edição inaugural, em 1930. Batizada em homenagem ao então presidente da Fifa, ela retratava a deusa grega da vitória, Nike, e era feita de prata esterlina revestida de ouro. Pelas regras da época, a seleção que conquistasse três títulos mundiais ficaria com a taça em definitivo. O Brasil alcançou esse feito ao vencer a Copa de 1970, no México, garantindo a posse permanente do troféu.


Com isso, a Fifa lançou um concurso internacional para escolher um novo símbolo para a competição. Mais de 50 projetos, enviados por artistas de 25 países, disputaram a seleção. O vencedor foi Silvio Gazzaniga, escultor de Milão, que apresentou não apenas desenhos, mas um protótipo em tamanho real feito em gesso, o que ajudou os jurados a visualizar a obra pronta.

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Segundo a família do artista, Gazzaniga buscou representar em uma única escultura três sentimentos que definem o futebol: o esforço do atleta, a emoção da torcida e a conquista da vitória. O resultado foi o desenho de duas figuras humanas em espiral sustentando um globo terrestre, imagem que se transformou em um dos maiores ícones do esporte e permanece como símbolo da Copa do Mundo há mais de cinco décadas.


O troféu atual mede 36 centímetros, é confeccionado em ouro 18 quilates e tem uma base com duas faixas de malaquita verde. Apesar de ser erguida pelos campeões durante a cerimônia de premiação, a taça original não fica com a seleção vencedora. Após a competição, ela retorna à sede da Fifa, na Suíça, enquanto os campeões recebem uma réplica banhada a ouro.

A decisão de manter o troféu sob a guarda da entidade também tem relação com a história da Jules Rimet. Depois de ficar em definitivo com o Brasil, a antiga taça foi roubada da sede da Confederação Brasileira de Futebol, no Rio de Janeiro, em 1983, e nunca mais foi recuperada. A principal hipótese é que ela tenha sido derretida.


Neste domingo (19), a taça criada por Gazzaniga será erguida mais uma vez pelo campeão entre Espanha e Argentina. A decisão da Copa do Mundo de 2026 ocorre a partir das 16h (horário de Brasília). Mais do que um prêmio, o troféu representa uma tradição iniciada há quase um século e carrega uma história que atravessa gerações de jogadores e torcedores, sendo considerado o maior símbolo do futebol mundial.

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