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Experiente, mas renovada, Croácia enfrenta o Brasil muito diferente de 2018

Time vice-campeão do mundo na Rússia passou por momentos turbulentos, teve pilares do time se aposentando, mas segue cascuda

Copa do Mundo|Do R7


Croatas avançaram para as quartas de final depois de vencer o Japão nos pênaltis
Croatas avançaram para as quartas de final depois de vencer o Japão nos pênaltis

O Brasil enfrenta nesta sexta-feira (9) a Croácia, no estádio Cidade da Educação, às 12h (de Brasília), pelas quartas de final da Copa do Mundo. Atual vice-campeã do torneio, a seleção croata chegou ao Catar com uma geração renovada, mas que ainda conta com muita experiência. 

Do time de 2018, que fez história na Rússia, há mudanças profundas e que se refletiram em momentos turbulentos durante o ciclo até a chegada à Copa deste ano. Aposentaram-se da seleção figuras emblemáticas, como o meia Rakitic, o lateral Strinić, o atacante Mandzukic e o goleiro Subasic — muito importante nos jogos que foram para os pênaltis há quatro anos.

O resultado histórico da última Copa foi tão surpreendente quanto impactante, mas parecia refletir que aquela geração havia atingido seu teto. Na Liga das Nações de 2019, os croatas flertaram com o rebaixamento. Na Euro 2020, disputada em 2021, com mais uma campanha fraca, perdeu para a Espanha nas oitavas. Na sequência, um quase rebaixamento na Liga das Nações. 

A recuperação da Croácia veio com uma campanha sólida nas eliminatórias e a classificação em primeiro lugar do grupo. Na Liga das Nações, o time foi até a semifinal. Parte fundamental dessa volta por cima foi o surgimento de ótimos jogadores, tanto no ataque quanto na defesa, mas, especialmente, no meio de campo. 

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Trinca de meio-campistas de respeito

Modric é a grande referência da equipe, mas conta com um entorno de muita qualidade também
Modric é a grande referência da equipe, mas conta com um entorno de muita qualidade também

O Brasil naturalmente ficará mais com a posse de bola no duelo desta sexta-feira. Mas é inegável que há muita qualidade técnica no time croata. O eterno Modric, o motorzinho Kovacic e a sustentação de Brozovic como cabeça de área fazem da Croácia uma das seleções com o melhor meio-campo desta Copa do Mundo. 

No banco de reservas, novos valores, como Lovro Majer, Nikola Vlašić e Pašalić, são ótimas opções, apesar de não terem o mesmo refino técnico dos titulares; são jogadores habilidosos, que sabem o que fazer com a bola, e de imposição física. 

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Na defesa, Gvardiol é uma excelente alternativa aos já veteranos Lovren e Vida, titulares em 2018. O defensor canhoto, inclusive, é a primeira opção do técnico Zlatko Dalić. 

Cascuda nas prorrogações

Em 2018, a Croácia foi para a prorrogação em todas as fases do mata-mata. Estratégia ou não, fato é que os croatas parecem não se incomodar com o tempo extra em campo, até pelo vigor físico privilegiado de seus jogadores. Nesta Copa, a receita parece se repetir, visto que o empate com o Japão nas oitavas perdurou até as penalidades. 

Na Rússia, a seleção da Croácia foi para os pênaltis com a Dinamarca nas oitavas, e depois, nas quartas, voltou para as penalidades, mas com a seleção russa. Nas semifinais, os croatas bateram a Inglaterra, mas não antes de o jogo ir novamente para a prorrogação. 

Tudo isso parece indicar que a Croácia sabe lidar com a pressão e não se vê na obrigação de decidir seus confrontos logo de início, o que não significa que seja algo proposital, pensado antes do jogo. 

A seleção de Modric, Perisic e companhia enfrenta o Brasil nesta sexta-feira (9), às 12h (de Brasília), no estádio Cidade da Educação, pelas quartas de final. Quem passar encara o vencedor do duelo entre Holanda e Argentina. 

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