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BRASILEIRO 2022
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Copa reacende orgulho brasileiro fora dos campos

Time verde-amarelo, no entanto, passou vergonha e não conseguiu sequer o 3º lugar

Copa do Mundo 2014|André Avelar, do R7, no Rio

Casal exibiu orgulho de ser brasileiro na disputa do 3º lugar
Casal exibiu orgulho de ser brasileiro na disputa do 3º lugar Casal exibiu orgulho de ser brasileiro na disputa do 3º lugar

Teve Copa. Se longe do esperado pelos brasileiros dentro de campo, também não foi o caos pretendido por vândalos fora dele. Depois de 64 partidas, disputadas em 12 novos estádios, ao longo de 32 dias, a Copa do Mundo vai embora e, claro, a discussão do legado volta à tona. A competição expôs que o Brasil não é mais o país do futebol e precisa urgentemente de uma reforma administrativa. Por outro lado, reacende o orgulho de um povo que não se imaginava no mapa dos grandes eventos esportivos.

Uma das estrelas da festa de encerramento, a cantora Ivete Sangalo disse em entrevista coletiva, no Maracanã, que justamente o legado imaterial da Copa do Mundo é o mais importante.

— O Brasil não volta ao normal nesta segunda-feira. O Brasil continua sendo o Brasil. Espero que ele se transforme em todo o sempre. Com o legado físico que foi deixado pela Copa do Mundo, espero que a gente possa usufruir ao máximo. Acho que a Copa do Mundo acende uma paixão, um sentimento de amor por uma camisa, e você percebe o quão isso é importante para o país que você vive.

Técnico pediu para Goetze mostrar que é melhor que Messi antes do gol que deu Copa para Alemanha

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Em campo, o amontoado de jogadores da Confederação Brasileira de Futebol apresentou o pior futebol dos últimos anos. Uma seleção sem condições técnica e mesmo psicológicas foi humilhada pela Alemanha (7 a 1) e também apanhou da Holanda (3 a 0), na disputa do terceiro lugar. Enquanto a indefinição sobre a sequência do técnico Luiz Felipe Scolari permanece, uma reforma mais ampla começa a ganhar força em diferentes setores.

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O ministro do Esporte Aldo Rebelo chegou inclusive a sugerir uma sempre perigosa participação do Estado no futebol.

— Sempre defendi que o Estado não fosse excluído por completo do futebol. Se dependesse de mim, não teríamos tirado o Estado completamente dessa atribuição.

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Faltou o hexa

Antes de a bola rolar para o título da Alemanha sobre a Argentina, a presidente Dilma Rousseff fez uma passagem simbólica da Copa do Mundo para o presidente russo Vladimir Putin e, sem querer, alfinetou a seleção brasileira.

— Nós, brasileiros, guardaremos a emoção e satisfação de ter realizado um evento muito bem sucedido, uma Copa que só não foi perfeita porque o hexacampeonato não veio.

Daqui a quatro anos, outra economia em desenvolvimento recebe a Copa do Mundo. O evento deve também aquecer as discussões culturais e de legado deixado em um lugar que, desde os Jogos Olímpicos de Inverno, havia deixado de figurar no mapa dos grandes eventos esportivos. A bola agora está com a Rússia.

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