Campeonato Paulista Calleri mantém vantagem na disputa pelo ataque do São Paulo com três gols em cinco jogos

Calleri mantém vantagem na disputa pelo ataque do São Paulo com três gols em cinco jogos

Argentino tem sido o artilheiro que o Tricolor espera neste Paulistão. Contra a Ponte, foi dele o gol que garantiu a vitória

Agência Estado - Esportes
Calleri marcou o gol que deu a vitória ao São Paulo contra a Ponte Preta

Calleri marcou o gol que deu a vitória ao São Paulo contra a Ponte Preta

Rubens Chiri/Saopaulofc.net

Com o gol da vitória do São Paulo sobre a Ponte Preta neste domingo (13), aos 47 minutos do segundo tempo, por 2 a 1, o atacante Jonathan Calleri mantém a fama de artilheiro em sua segunda passagem e se consolida na briga por uma vaga entre os titulares do São Paulo.

Nos cinco jogos disputados até agora pelo Campeonato Paulista, o argentino já marcou três vezes (contra Guarani, Bragantino e Ponte Preta). Embora sejam poucos jogos, o desempenho atual supera a média geral do atacante. Em 52 jogos, Calleri marcou 24 gols.

"O Calleri é um fazedor de gols. É o jogador do último toque, com briga e luta pela bola. É o camisa 9 na acepção da palavra", afirmou o técnico Rogério Ceni após a vitória sobre a Ponte Preta.

A concorrência é cada vez maior em razão da chegada de Nikão e Alisson, do retorno de empréstimo de Toró e Danilo Gomes e da promoção de Juan aos profissionais. Autor do gol na vitória diante do Santo André e de uma assistência em Campinas, Marquinhos também pede passagem. Nessa disputa, Rigoni vem perdendo terreno. O argentino vive má fase desde a saída do técnico Hernán Crespo. O técnico Rogério Ceni já revelou que ainda procura a melhor forma para escalar o atacante.

Vale lembrar que Luciano, outro concorrente ao ataque, perdeu a pré-temporada devido a uma contratura na panturrilha esquerda logo no dia em que se reapresentou no CT da Barra Funda. A comissão técnica calcula que ele deverá voltar aos treinos em uma semana.

Em Campinas, Calleri começou no banco de reservas. O titular foi Eder, também o capitão do time. O ex-jogador da seleção italiana havia sido titular pela última vez no dia 3 de outubro, diante da Chapecoense, pelo Campeonato Brasileiro. Além de começar o jogo, Eder foi capitão. Foi um recado simbólico de Ceni: era a chance de ser titular e ainda liderar a equipe. "Ele é muito profissional. Pelo que observei nos treinamentos, ele estava merecendo uma oportunidade. E seguramente vai ter mais chances", disse Ceni.

A participação de Eder foi razoável. No primeiro tempo, ele fez um revezamento com Rigoni no comando do ataque. Sua melhor chance foi um chute de fora da área que passou raspando a trave do goleiro Ygor no segundo tempo. Eder foi substituído por Marquinhos na metade do segundo tempo.

O substituto aproveitou melhor a chance em Campinas. Depois de ter sido o herói da vitória sobre o Santo André, na quarta-feira, Marquinhos deu o passe para o gol de empate, após um cruzamento para Gabriel Sara. No final do jogo, pressionou a saída de bola e forçou o erro de Moisés Ribeiro, que recuou mal para o goleiro. Calleri definiu a virada.

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