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BRASILEIRO 2022
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Cadê as novidades? Brasil tem uma cara nova em amistoso pós-Copa

Apenas o lateral-direito Fabinho (Liverpool) será novidade entre os 11 que iniciarão jogo com EUA, nesta sexta, em Nova Jersey. Neymar será capitão

Futebol|Cesar Sacheto, do R7

Tite comandará o Brasil em dois amistosos nos EUA, os últimos da temporada
Tite comandará o Brasil em dois amistosos nos EUA, os últimos da temporada Tite comandará o Brasil em dois amistosos nos EUA, os últimos da temporada

O técnico Tite promoveu uma renovação na seleção brasileira ao convocar 11 jogadores que não estiveram na Copa do Mundo. No entanto, o time que iniciará o amistoso desta sexta (7), às 21h05 (horário de Brasília) contra os Estados Unidos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, terá apenas um nove novo: o lateral-direito Fabinho, de 24 anos, do Liverpool.

Todos os demais titulares participaram da campanha na Rússia. A equipe deverá entrar em campo com: Alisson; Fabinho, Marquinhos, Thiago Silva e Filipe Luis; Casemiro; Fred, Coutinho, Willian e Neymar; Firmino.

Veja quem estava na seleção no último jogo contra os EUA, em 2015

Tite deverá fazer muitos testes ao longo dos dois jogos — o Brasil também enfrentará El Salvador, no dia 11, em Maryland. Entretanto, a escalação formada majoritariamente por nomes já conhecidos do torcedor brasileiro chamou a atenção.

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Havia uma expectativa de que o treinador optasse por iniciar o duelo contra os norte-americanos com um time reformulado, especialmente por se tratar da primeira partida depois da eliminação brasileira no Mundial — na derrota por 2 a 1 para os belgas, nas quartas de final, em Kazan.

Dos 24 nomes chamados por Tite para os dois jogos nos Estados Unidos, 11 são novidades nas escolhas do treinador desde que assumiu a seleção. Os demais são atletas tarimbados e alguns deverá seguir no ciclo de trabalho com vistas à Copa do Qatar, em 2022.

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São eles: os goleiros Neto (Valencia-ESP), Hugo (Flamengo), os laterais Fabinho (Liverpool), Alex Sandro (Juventus), os zagueiros Dedé (Cruzeiro), Felipe (Porto-POR), os meias Andreas Pereira (Manchester United), Arthur (Barcelona), Paquetá (Flamengo), os atacantes Richarlison (Everton-ING) — que ocupou a vaga de Pedro, do Fluminense (contundido) — e Everton (Grêmio).

Gabriel Jesus esquecido

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Entre as ausências na relação para as partidas amistosos nos EUA, talvez a mais polêmica tenha sido a de Gabriel Jesus, um dos artilheiros da era Tite na seleção.

Titular absoluto na Rússia, o atacante do Manchester City foi mantido por Tite em todas as partidas da Copa, apesar de não ter balançado as redes e da boa fase do reserva Roberto Firmino. No entanto, Gabriel foi preterido na primeira chamada pós-Copa.

"Sim, acho que não chamar o Jesus foi um pecado grave", criticou o jornalista Silvio Lancellotti, blogueiro do R7.

Neymar será capitão do Brasil
Neymar será capitão do Brasil Neymar será capitão do Brasil

Já outra decisão revelou uma tendência conservadora do técnico na montagem do time para o fechamento da temporada e, provavelmente, a sequência do trabalho nos próximos anos. Nesta quinta-feira, Tite efetivou Neymar como seu capitão.

Neymar ridiculariza novatos da Seleção. E Tite cruza os braços

Com o gesto, Tite dá a impressão de ter feito um "afago" na cabeça do maior craque brasileiro da atualidade, mas que foi extremamente criticado pelas supostas simulações em faltas recebidas durante a competição, virou piada mundial, perdeu prestigío e nem mesmo figurou na lista dos dez melhores jogadores do mundo da temporada, divulgada pela Fifa.

"(Muito ruim) Tite permitir que o 'Neyriacho' se comporte como um animador de auditório. Numa seleção que tivesse Gerson, Carlos Alberto, Brito, etc., se um jogador se apresentasse com aquele agasalho exuberante e com aquele tênis "cheguei", nem passaria pelo portão", avaliou Silvio Lancellotti, blogueiro do R7.

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Após os amistosos em solo americano, a seleção deverá enfrentar a Arábia Saudita e a Argentina, nos dias 12 e 16 de outubro, nas cidades de Riade e Jidá, respectivamente.

De acordo com a CBF, jogadores das equipes que estarão na finalíssima da Copa do Brasil não deverão ser convocados para as partidas, marcadas para a próxima data Fifa.

Depois, o time deverá se desafazer e ser reunido novamente apenas no ano que vem, quando disputará a 46ª edição da Copa América, torneio que será sediado pelo Brasil. O país é o terceiro maior vencedor da competição, com oito títulos, atrás de Uruguai (15) e Argentina (14). 

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