Brasileirão chega ao nono técnico demitido em nove rodadas; relembre todos
Série A do Campeonato Brasileiro tem se mostrado implacável, e a dança das cadeiras segue a todo a vapor na elite do nosso futebol
Futebol|Do R7
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Gilmar Dal Pozzo não é mais técnico da Chapecoense. Sem vencer há sete jogos, o time catarinense entrou na zona de rebaixamento pela primeira vez em 2026 e o treinador não resistiu diante da má fase na temporada. A demissão foi anunciada após a goleada sofrida para o Atlético por 4 a 0, na última quinta-feira (2), na Arena Condá, pela 9ª rodada do Brasileirão.
O auxiliar Emerson Nunes e o preparador físico Jaelson Ortiz também deixaram o clube. Agora, buscando a reabilitação, a Chape volta a campo no próximo domingo (5), às 16h (de Brasília), contra o Vitória, na Arena Condá. Ainda não há uma definição sobre quem comandará a equipe, mas a tendência é de que algum membro da comissão técnica fixa do clube assuma a posição interinamente.
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Antes dele, outros profissionais também perderam o emprego, a maioria por conta de resultados ruins. Outros, porém, foram demitidos por conta de desgastes internos e pressões que fugiram das quatro linhas.
Relembre todas as demissões
Jorge Sampaoli foi o primeiro a cair, ainda na terceira rodada do Brasileirão. O Atlético-MG vivia um início instável na competição e corria riscos também na fase de grupos do Mineiro. Para o lugar, o Galo apostou no também argentino Eduardo Domínguez.
Na sequência, Fernando Diniz não resistiu à eliminação do Vasco para o Fluminense, na semifinal do Campeonato Carioca. Já pressionado pelo fim irregular de 2025, com vice na Copa do Brasil e luta contra o rebaixamento no Brasileirão, o treinador acabou demitido. Após negociações, Renato Gaúcho foi o escolhido para assumir o comando.
Juan Carlos Osório também acabou demitido por conta do desempenho no estadual e resultados ruins na Série A. Ele deixou o Remo após a derrota na final do Campeonato Paraense para o rival Paysandu, e a diretoria acertou a chegada de Léo Condé como substituto.
No Flamengo, a saída de Filipe Luís surpreendeu. Mesmo após a goleada por 8 a 0 sobre o Madureira, pelo Carioca, o clube anunciou a demissão do treinador, que havia sido campeão da Libertadores e do Brasileirão em 2025.
A decisão se deu não apenas pelo campo, em que o treinador amargou vices na Supercopa do Brasil e na Recopa Sul-Americana, mas passou também por pressões internas e divergências com a diretoria. Pouco depois, o Rubro-Negro confirmou a contratação de Leonardo Jardim.
Situação parecida viveu Hernán Crespo no São Paulo. Apesar de deixar a equipe na liderança do Brasileirão, o argentino também não resistiu a desgastes internos e acabou desligado. Até o momento, o clube ainda não anunciou um substituto.
Depois, na sexta rodada, o demitido da vez foi Tite, que não resistiu à pressão no Cruzeiro. O profissional já vinha pressionado desde que assumiu o cargo, e o desempenho irregular da equipe pesou. Mesmo com alto investimento, o time era lanterna do Brasileirão naquela altura.
Nas duas rodada seguintes, o Brasileirão seguiu com a média de demissões. Na sétima, o escolhido foi Juan Pablo Vojvoda, desligado do Santos após derrota por 2 a 1 para o Internacional. Na rodada seguinte, Martín Anselmi, mesmo após vencer o RB Bragantino por 2 a 1, fora de casa, foi demitido do cargo. Em ambos os casos, os treinadores até contavam com respaldo do elenco, mas não eram unanimidades nos bastidores.














