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BRASILEIRO 2022

Brasil lamenta morte do capitão que inventou o gesto de levantar o troféu

Ex-jogador Bellini marcou história com a camisa da seleção nas Copas de 1958 e de 1962

Futebol|Do R7

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Gesto do capitão Bellini foi imortalizado na porta do Maracanã
Gesto do capitão Bellini foi imortalizado na porta do Maracanã

O futebol brasileiro perdeu em 20 de março mais um campeão do mundo. O ex-jogador Bellini, de 83 anos, morreu em São Paulo. O capitão do primeiro título da seleção brasileira em Copas sofria com mal de Alzheimer e estava internado no Hospital Nove de Julho.

Bellini foi enterrado em Itapira, sua cidade natal, localizada no interior de São Paulo. A pedido da família, a causa da morte do ex-jogador não foi divulgada. O capitão do primeiro título da vitoriosa história da seleção brasileira sofria com Alzheimer há dez anos e tinha complicações cardiovasculares e respiratórias.


O jogador teve grande sucesso no Vasco, na década de 1950. Foi transferido para o São Paulo e encerrou a carreira no Atlético Paranaense. Pela seleção brasileira, jogou as Copas de 1958, de 1962 e de 1966 — ao todo foram oito partidas, seis vitórias, um empate e uma derrota em mundiais.

Bellini se foi, mas deixou um gesto imortalizado. O capitão da Copa do Mundo de 1958 foi o primeiro a literalmente levantar um troféu. O capitão queria apenas mostrar a Taça Jules Rimet para os fotógrafos na Suécia 1958, mas acabou criando um gesto que depois foi repetido por Mauro (1962), Carlos Alberto Torres (1970), Dunga (1994) e Cafu (2002), além de tantos outros capitães.

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