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Árbitro de Libertadores dá detalhes de como times tentam comprar juízes antes de jogos

Revelação foi feita por Andrés Cunha, que apitou na Copa de 2018 e trabalha agora apenas com o VAR, longe dos gramados

Futebol|Do R7

Andrés Cunha apitou a final da Libertadores de 2018
Andrés Cunha apitou a final da Libertadores de 2018 Andrés Cunha apitou a final da Libertadores de 2018

As quartas de final da Libertadores e da Sul-Americana têm início nesta terça-feira (22) em meio a uma revelação bombástica de Andrés Cunha, ex-árbitro de campo, mas que continua no futebol como um dos principais nomes do VAR (árbitro de vídeo) sul-americanos. O homem do apito deu detalhes, em entrevista ao Esdrújula TV, de como são feitas as sondagens de times que tentam comprar juízes antes de a bola rolar. 

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Segundo Cunha, os árbitros, em jogos de muita repercussão, recebem ligações de números desconhecidos que se apresentam até como jornalistas pedindo para encontrar os juízes pessoalmente, seja num almoço ou café, a fim de discutir os termos. Ele, porém, garante nunca ter aceitado nenhum convite desse tipo.

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"Escutar [relatos], escutei sempre, porque é algo que se comenta. Nunca fiz isso [aceitar conversar], na verdade. Para não viver isso, você tem que tomar precauções: não atender telefones desconhecidos... Dizem: 'Sou tal pessoa, gostaria de tomar um café com você para conversar'. Sim, aconteceu comigo, mas jamais aceitei. Boa parte [dos casos] se dá antes de partidas importantes. De repente, falam: 'Sou jornalista de outro país, quero tomar um café para falar com você'", revelou Cunha.

Andrés Cunha foi um dos grandes expoentes da arbitragem sul-americana na última década, inclusive apitando na Copa do Mundo da Rússia, em 2018. Além disso, foi dele o comando do apito na final da Libertadores de 2018, disputada entre Boca Juniors e River Plate. 

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Apesar de aposentado desde o fim de 2022, já que o limite para ser árbitro Fifa é de 45 anos, Cunha continua trabalhando como árbitro de vídeo.

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