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BRASILEIRO 2022

Além de CR7, relembre outros craques que se ‘rebelaram’ contra seus clubes

Português tem se recusado a jogar pelo Al-Nassr e foi desfalque nos dois últimos jogos da equipe, contra Al-Riyadh e Al-Ittihad

Futebol|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Cristiano Ronaldo se recusou a jogar pelos dois últimos jogos do Al-Nassr como protesto.
  • Karim Benzema também se manifestou contra o Al-Ittihad e estreou no Al-Hilal, marcando três gols logo de cara.
  • No Brasil, Dudu saiu no Palmeiras após desgaste, enquanto Marcelo rescindiu contrato com o Fluminense após desentendimento.
  • Casos históricos incluem Ganso, Edmundo e Romário, que também se rebelaram contra seus clubes no passado.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Em alguns casos, a briga terminou com a saída do jogador do clube Reprodução/Instagram/@cristiano - Bruno Haddad/Cruzeiro - Divulgação/Santos FC

Cristiano Ronaldo vive momento de forte insatisfação no Al-Nassr. O jogador se recusou a entrar em campo nos dois últimos jogos da equipe, incluindo o clássico da última sexta-feira (6) contra o Al-Ittihad, como forma de protesto contra decisões do clube saudita.

A atitude do português chama atenção, mas não é a primeira vez que um astro se rebela contra o próprio time.


Benzema

Um dos casos mais recentes aconteceu há poucos dias, também na Arábia Saudita. Contratado como principal nome do Al-Ittihad, um dos quatro clubes “patrocinados” pelo PIF (Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita), Karim Benzema também se recusou a atuar após considerar desrespeitosa a proposta de renovação de contrato apresentada pelo clube.

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Poucos dias depois, abriu negociação com o rival Al-Hilal e mudou rapidamente de lado. Na quinta-feira (5), Benzema já estreou pela nova equipe e foi o nome do jogo, marcando três gols na vitória por 6 a 0 sobre o Al-Okhdood, pela 21ª rodada do Campeonato Saudita.


Dudu

Outro caso recente, mas do futebol brasileiro, é o de Dudu, que encerrou sua passagem pelo Palmeiras após um 2024 marcado por desgaste dentro e fora de campo. O atacante havia se recuperado recentemente de uma cirurgia no joelho, que o afastou por meses, e esteve muito perto de fechar com o Cruzeiro. O acerto vazou na imprensa e a reação da torcida palmeirense foi muito negativa.

Após dias de indefinição, conversas com torcedores organizados e reuniões a portas fechadas, Dudu acabou permanecendo no clube, mas sem renovar contrato. A saída acabou acontecendo de forma silenciosa e distante do status que foi dado a outros nomes da mesma geração, como Raphael Veiga, Zé Rafael e Weverton.


Marcelo

No futebol brasileiro, outro episódio recente envolveu Marcelo. Campeão da Libertadores e da Recopa pelo Fluminense, o lateral rescindiu contrato após um desentendimento com o então técnico do Flu, Mano Menezes. A ruptura inesperada surpreendeu a torcida e dividiu opiniões na época.

Thiago Neves

Alguns anos antes, o Cruzeiro também viveu saídas turbulentas. Em 2019, Thiago Neves foi afastado após o vazamento de um áudio em que cobrava o dirigente Zezé Perrella por salários atrasados às vésperas do jogo contra o CSA. O meia entrou na Justiça, rescindiu contrato e deixou o clube após o rebaixamento.


Fábio

Já em 2022, o goleiro Fábio encerrou uma trajetória de 17 anos na Raposa depois de não ter seu contrato renovado pela nova diretoria, então comandada por Ronaldo Fenômeno.

Paulo Henrique Ganso

Entre os casos mais antigos, Ganso deixou o Santos em 2012 após se recusar a renovar contrato e forçar sua transferência para o São Paulo. Na época, o meio-campista queria uma renovação nos moldes da de Neymar Jr., que recebia salário fixo em carteira, mas tinha enorme participação nos ganhos com direito de imagem. O Santos não atendeu ao pedido do jogador e a renovação não aconteceu.

Edmundo

E lá atrás, nos anos 1990, temos também o caso de Edmundo. Eleito revelação do Brasileirão de 1993, o atacante deixou o Vasco após conflitos com o então dirigente Eurico Miranda e partiu para o Palmeiras, onde se tornou ídolo.

Romário

E, em 1999, Romário foi demitido por justa causa pelo Flamengo após abandonar a concentração, rescindiu contrato e acabou retornando ao Vasco, encerrando mais um capítulo polêmico de sua carreira.

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