Inés Guardiola é a terceira advogada a cuidar do caso
Montagem R7 - José Méndez/EFE e Reprodução LinkedInDaniel Alves tem uma nova advogada. Preso na Espanha por agressão sexual desde 20 de janeiro, o jogador brasileiro será, a partir de agora, representado no processo por Inés Guardiola, segundo informações do "Canal Cuatro".
Como divulgado pela imprensa espanhola, a profissional já teria se encontrado com o lateral e tem a autorização de Cristóbal Martell, antigo advogado do brasileiro, para assumir o processo.
Veja também
-
Fora de Jogo
Caso Daniel Alves: Joana Sanz desiste de divórcio para 'não deixar marido de lado'
-
Fora de Jogo
Joana Sanz divulga suposta carta de Daniel Alves nas redes: 'Com você ao meu lado sempre'
-
Fora de Jogo
Estátua de Daniel Alves é vandalizada, e irmão do jogador rebate: 'E se ele provar inocência?'
O desejo de mais uma troca em sua defesa partiu da vontade de Daniel Alves e de pessoas próximas ao brasileiro. A escolha por Martell para o processo — para assumir o lugar de Miraida Pontes, que foi a primeira no caso — não era vista totalmente como positiva. Apesar de conhecido por grandes casos na Justiça, Martell não tinha tanta experiência com casos de crimes sexuais, como é o de Daniel Alves.
• Clique aqui e receba as notícias do R7 no seu Whatsapp
• Compartilhe esta notícia pelo WhatsApp
• Compartilhe esta notícia pelo Telegram
Segundo a imprensa espanhola, Inés Guardiola tem um perfil muito diferente de Martell. Mais discreta e menos midiática, Inés, de 35 anos, tem experiência em casos como o de Daniel Alves. Com os advogados anteriores, o ex-jogador tentou diversas vezes responder ao processo em liberdade e teve todas as tentativas negadas pela Justiça.
Daniel Alves está preso desde o início de 2023 em uma penitenciária perto de Barcelona. Conforme previsto na legislação espanhola, o brasileiro pode, se for condenado, ficar na cadeia por até 15 anos. O julgamento deve acontecer entre outubro e novembro.
Em outubro de 2022, o Código Penal da Espanha foi alterado com a adição de uma nova lei, a qual prevê que crimes sexuais devem ser tipificados dependendo do consentimento da vítima. Chamada de "Só sim é sim", a lei passou a considerar que todos os atos sexuais não consensuais passaram a ser de violência. A prisão do jogador está mantida até o fim do julgamento.
Daniel Alves pode ser julgado da acusação de estupro neste mês; entenda qual a situação do jogador