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Goleiro muda data do casamento para disputar a Copa do Mundo

Arqueiro da Nova Zelândia, que estreia no torneio nesta segunda (15), precisou mudar os planos pessoais e revelou apoio da noiva

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Esporte News Mundo|Do R7

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Michael Woud adiou o casamento para jogar a Copa do Mundo Reprodução/Instagram @michaelwoud1 - 28.05.2026

O goleiro Michael Woud precisou tomar uma decisão inesperada fora dos gramados após ser convocado para defender a Nova Zelândia na Copa do Mundo. O jogador do Auckland FC precisou adiar o próprio casamento, mas garantiu que o momento especial no futebol compensou a mudança nos planos.

Woud havia ficado noivo há cerca de um ano e planejava oficializar a união com Zana Renton justamente no período da Copa do Mundo. A Nova Zelândia estreia no torneio nesta segunda-feira (15), contra o Irã, às 22h (horário de Brasília). No entanto, a convocação feita pelo técnico Darren Bazeley mudou completamente o cronograma do casal.


Mesmo sem a garantia de minutos em campo no torneio, já que aparece como terceira opção da seleção neozelandesa, o goleiro contou que recebeu apoio total da noiva para aceitar o desafio.

“Minha noiva me apoiou muito nisso. Não é um motivo ruim para cancelar um casamento — isso só acontece a cada quatro anos. Vamos apenas fazer isso no próximo ano”, afirmou o jogador à imprensa local.


Aos 27 anos, Michael Woud chega à Copa do Mundo após viver altos e baixos na temporada pelo Auckland FC. Em determinado momento, perdeu a posição de titular, mas recuperou espaço depois da grave lesão de Oliver Sail, que acabou fora do restante da temporada e também do Mundial.

O goleiro teve participação importante na campanha histórica do Auckland, que conquistou pela primeira vez o Campeonato Australiano. Woud brilhou nos playoffs, defendendo um pênalti decisivo contra o Melbourne City, e ainda saiu sem sofrer gols na final diante do Sydney FC.


Mesmo assumindo que deve ter um papel mais discreto na Copa do Mundo, o goleiro afirmou estar preparado para ajudar a seleção da maneira necessária. “Acho que meu papel está bem claro. Serei o terceiro goleiro, dando suporte aos outros goleiros e, se for acionado, tentar fazer o meu melhor”, declarou.

A Nova Zelândia chega ao Mundial como uma das seleções de menor ranking entre as 48 participantes da competição. Na fase de grupos, os neozelandeses terão pela frente Irã, Egito e Bélgica.

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